Condutas de transporte da água para a mini-hídrica do Meimão
Amanhã, 21 de Julho de 2010, por volta do meio-dia, o Primeiro Ministro de Portugal, José Sócrates e os seus Secretários de Estado vão ao Meimão ver a mini-hídrica a funcionar.
Mini-Hídrica do Meimão em construção
Sendo ele um amante de passeios e corridas, aconselho-o a fazer o percurso pedestre "Patada da Mula" que passa ali mesmo ao lado, depois de atravessar a ponte.
A notícia faz parte da Agenda do senhor ministro e pode ler aqui:
"A Fonte" foi o nome escolhido por Helena Nabais e Joaquim António para o mini-mercado que recentemente abriram em Malcata.Junto à antiga fonte, na casa onde já funcionou outro estabelecimento, está aberto já há uns meses, o novo espaço comercial.
"A Fonte" segundo a conversa que tive com a Helena, está associado a uma rede de distribuição alimentar do grupo GI, com êxitos a nível nacional e em quem os proprietários do novo minimercado confiam para os apoiar nesta nova etapa de empresários. De salientar que o possuir Internet ( e mail activo e a funcionar ) foi uma das exigências pedidas para abrir o estabelecimento.
Ao estarem ligados ao GI, têm a vantagem de poder oferecer "promoções" variadas e os clientes acabam por sair beneficiados nessas compras. Para aqueles que têm internet em casa e a funcionar, aqui vai o sítio onde podem saber das promoções, visto que são comuns a todos os estabelecimentos do grupo GI.:
Os mais novos não se lembram, mas quem nasceu nos anos 60, recorda-se muito bem do que era Malcata há 45 anos atrás. A luz eléctrica, inaugurada em 13 de Julho de 1965, com grande festa e muitos foguetes, ainda hoje continua a ser importante para os habitantes da aldeia. Com a electricidade muita coisa mudou na vida dos malcatenhos. Hábitos e métodos de trabalho tiveram que ser mudados. A uns custou mais adaptar-se ao uso da electricidade do que a outros. Mas, passados estes anos, hoje podemos afirmar que todas as casas de habitação são iluminada pela luz eléctrica. Contudo, as vivências e esses anos que assámos à luz dos candeeiros, das candeias e das velas, ficam para sempre registadas nas vidas de quem as viveu.