Pesquisar:

Mostrar mensagens com a etiqueta estratégia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta estratégia. Mostrar todas as mensagens

19/06/2026

SABUGAL PERDE EMPRESA DE TRANSPORTES

 


Março 2025
Zona Localização Empresarial do Espinhal-Sabugal


 A Câmara Municipal, em reunião de 5 de fevereiro, aprovou a operação de loteamento urbano com obras de urbanização da Zona de Localização Empresarial do Sabugal, situada no Alto do Espinhal, adjacente à EN 233, na freguesia das Quintas de São Bartolomeu.

 Esta operação de loteamento de iniciativa municipal compreende uma área total a lotear de cerca de 20 hectares, resultando a criação de 22 lotes destinados a indústria/armazém/comércio/serviços.
Ler aqui: https://www.cm-sabugal.pt/noticias/operacao-de-loteamento-da-zona-de-localizacao-empresarial-do-sabugal/
--------------------------------------------------------------------

Visita Técnica às Obras Municipais em curso no Sabugal



Zona de Localização Empresarial do Sabugal
       Obras de Urbanização

Valor do Investimento: 1.135.798,49 € (c/IVA)

Descrição da Intervenção:

Execução das obras de urbanização da Zona de Localização Empresarial do Sabugal, numa área de cerca de 19 hectares. A intervenção inclui a execução de arruamentos, redes de infraestruturas, estacionamento e espaços públicos, criando condições para a instalação de novas atividades económicas e empresariais.
Ler aqui:https://www.cm-sabugal.pt/geral/visita-tecnica-as-obras-municipais-em-curso-no-sabugal/

-------------------------------------------------------------------

          DIGAM-ME QUE ESTOU ERRADO!!!

Município da Guarda

6 h do dia 19-06-2026

INVESTIMENTO NA PLIE PARA A CENTRAL DE OPERAÇÕES DA NOVA CONCESSÃO DE TRANSPORTES INTERURBANOS DA REGIÃO BEIRAS E SERRA DA ESTRELA

Foi assinada na segunda-feira, 15 de junho, a escritura de transmissão de três lotes da Plataforma Logística (PLIE) à empresa TBSE, Unipessoal Lda,(Viúva Monteiro) dedicada à operacionalização de transportes públicos. Os terrenos irão acolher a central de operações da nova concessão de transportes interurbanos da Comunidade Intermunicipal Região Beiras e Serra da Estrela (CIMRBSE). A assinatura decorreu nos Paços do Concelho na presença do presidente da Câmara, Sérgio Costa.
#municípiodaguarda #guarda #amaisalta #empresas #plie

 

TBSE, Unipessoal Ldª instala-se na Guarda
                   

           ESTRATÉGIA DE URBANISMO?

Abertura das Festas da Cidade 2026

 O Município do Sabugal perde uma nova empresa para a Guarda ao mesmo tempo que se orgulha de andar de festa em festa, umas a seguir às outras, não há tempo para descansar, o povo pede e o rei oferece!
 A mesma empresa que se orgulha de ser uma importante PME com sede no concelho do Sabugal, escolhe outro concelho vizinho para nele oferecer postos de trabalho, directos e indirectos e receitas fiscais que entrega ao concelho vizinho...vão mas é todos dar banho ao cão!
 Não somos todos parvos!



 


SABUGAL: ESTRATÉGIA OU FESTA?

 

Abertura das Festas da Cidade 

 Começaram as Festas da Cidade do Sabugal 2026 e que se vão prolongar até ao próximo domingo.
 Para muitas pessoas as festas medem-se pelos nomes dos artistas que se convidam, muitas vezes associados ou agenciados por empresas ligadas ao negócio de eventos por todo o país e principalmente, contratos de ajuste directo com as autarquias locais. Há ainda que incluir os artistas e bandas locais, que as entidades organizadoras da festa se preocupam em contratar, algumas vezes, através de ajustes combinados e nem sempre com divulgação pública dos valores envolvidos, acabando por essas despesas não constarem na soma dos custos reais da festa e talvez assim dar a sensação de controlo dos custos. E para não serem acusados de não “surfar” a onda e a moda, pagam aos DJs umas centenas de euros para nas horas finais da noite estoirarem os crânios da malta resistente e que aguenta até ao nascer do sol.

 Este ano, estarão 40 expositores no recinto das Festas da Cidade e nas palavras do presidente da Câmara Municipal, Vítor Proença, diz que
“representa um investimento de 200.000 euros por parte do município”.
 A verdade é que ultrapassa em muito este valor, pois numa consulta que realizei aos contratos publicados no Portal Base, somei 386 000 euros, a que se deve acrescentar o IVA.
 E como já é costume, o dinheiro que se gasta nas Festas da Cidade, causa sempre controvérsia, pois nunca há números exactos. O município, organizador das Festas da Cidade, tem escondido do conhecimento público algumas contratações de artistas locais e que participam nas festas como bandas de apoio aos grandes da música.
 A este investimento somam-se outros que tem a ver com as horas, os recursos humanos e materiais que são suportados pelo Município. Estas realidades não devem ser esquecidas e deviam entrar também na contabilidade da festa que o Município quis açambarcar.
 As Festas da Cidade têm de ser feitas, nelas tem de se gastar dinheiro, mas há que ter um controlo dos gastos. É que o dinheiro faz falta !
 Quando uma Câmara Municipal aposta na realização e promoção das Festas da Cidade, que é só a cidade capital do concelho, tem de ter sempre presente o que essa decisão pode causar na tesouraria municipal.
 Num território com 12000 habitantes, 500.000 euros para uma festa de quatro dias, se não houver retorno económico, se os ganhos não superarem as despesas, estamos perante um buracão financeiro. São quatro noites de folia e umas horas durante a tarde, porque nas outras horas dos festejos, as pessoas, na sua grande maioria, estão a trabalhar.
 No fundo e sem rodeios, o que ganha o município com 4 dias de festa?
 Alegria, boa disposição, convívio, noites de ressacas seguidas, dias de trabalho de baixa produtividade, vendem-se milhões de litros de álcool, pratos de comida e reutilizam-se os copos antecipadamente pagos a um euro cada um…tudo decorre num recinto vedado e só os comerciantes presentes no espaço ganham com a festa. Ou seja, a festa é o que é e quem quer estar na festa tem de pagar as vezes que for preciso. Mesmo quem não ponha lá os pés é obrigado a contribuir, porque é com os impostos e taxas municipais que se pagam as despesas da festa. E a pergunta que devemos todos fazer ao senhor Vítor Proença, é esta:
 A Festa da Cidade do Sabugal 2026 paga-se a ela própria?
 Vou deixar alguns números:
 Pórtico e palco.................... 49.900,00 euros
 Diogo Piçarra e Vizinhos........... 46.000,00 euros
 Emanuel e Maxi..................... 17.400,00 euros
 Ana Bacalhau....................... 13.150,00 euros
 Espaço Infantil.................... 14.900,00 euros
 Tenda.............................. 74.485,00 euros
 Montar e desmontar equipamentos.... 25.700,00 euros
 Brindes,cartazes, flyers........... 22.470,00 euros
                       TOTAL :      264.005,00 euros + IVA
Nota 1:
Estes valores estão disponíveis no Portal Base. Há mais       ainda que não estão nesta amostra.

Nota 2:
OUTROS INVESTIMENTOS COM VALORES DESCONHECIDOS e que não
       estão disponíveis no Portal Base até ao dia de 18-06-2026,
       mas que estão contratados para a festa:

 - Brasa Doirada
- Dj Denix
- Prós & Contras
- Game Over
- Dj Piratas
- Armando Almeida
- Banda Índice
- Djs Squid
- Virgílio Faleiro
 Os números são só números!


22/08/2017

ESCOLHER UM CAMINHO

              

   Vamos lá analisar a nossa freguesia deixando de lado o coração e a cor política de cada um. O vinte e cinco de Abril já lá vai e desde 1976 a nossa freguesia nunca deixou de eleger a sua Assembleia de Freguesia. Em todas as eleições que houve sempre concorreram duas listas e nestas últimas eleições autárquicas, realizadas em 2013, concorreu também um cidadão com uma lista independente de qualquer partido político.
   Olhando para o passado é notória uma clara falta de estratégia global a longo e a médio prazo para Malcata. Ou seja, foi-se governando com a preocupação de resolver os problemas do presente, do imediato. Esta falta de estratégia é um problema que se arrasta há muitos anos e dos mandatos das pessoas que têm estado à frente do leme da nossa aldeia, os sucessivos executivos que têm passado pela Junta de Freguesia. Mudando pontualmente algumas caras e com a particularidade de mudarem de camisola, tudo ficava como dantes. E o povo, pouco interessado na dança das cadeiras do poder, continuou apático e inoperante, porque tudo se tem feito sem que se note muita diferença na vida diária das pessoas.
   A obrigação da Junta de Freguesia, eleita democraticamente, é traçar um rumo e planificar o caminho e percorrê-lo na companhia do povo, dialogando, cooperando, unindo e influenciando as pessoas, as instituições e em conjunto adquirirem 
a força e a coragem de ultrapassar as dificuldades que vão aparecendo ao longo do caminho.
 É assim que passo a passo Malcata chegará onde quer chegar. Para lá chegar, primeiro há que saber o destino, depois planear as maneiras de lá chegar e com quem queremos ir.
   Malcata é uma terra de oportunidade e uma aldeia cheia de potencialidades naturais e onde ainda vivem e trabalham pessoas de valor, com um capital humano invejável, que aguardam a vinda de um D. Sebastião que lhes ensine o caminho certo para sair do marasmo em que têm vivido.
   Estejam atentos e não adormeçam.
   Vale a pena pensar no presente e no futuro!

                                                                                       José Martins


12/05/2016

QUE FAZER COM A ALDEIA DE MALCATA?


   Que fazer com a aldeia de Malcata?
   Que fazer com o território da Malcata?
   Que estratégias estão a ser desenvolvidas pelos malcatenhos para desenvolver a aldeia e o seu território?
   É ou não importante criar uma marca e investir numa estratégia de marketing e comunicação?
   O presidente da Câmara Municipal do Sabugal, António Robalo, um dos participantes no debate “Que fazer com o país das aldeias?”, realizado na Bendada, nas conclusões dos trabalhos referiu a “necessidade de serem criados pólos de excelência rural. E que é necessário “identificar aldeias com uma génese idêntica e que consigam especializar-se numa determinada função e conseguir fazer dessa função a marca”.
   E no concelho do Sabugal existem já alguns exemplos: a aldeia de Sortelha, todos a conhecem como ALDEIA HISTÓRICA, os Fóios dizem que são ALDEIA TURISMO, a Bendada, começa a ser conhecida como a ALDEIA DA CULTURA.
   E a aldeia de Malcata?
   A população de Malcata tem um papel fulcral no desenvolvimento da aldeia e nos futuros projectos que possam vir a surgir à sua volta.
   Os malcatenhos têm que ser envolvidos na definição de uma estratégia que empurre a nossa terra para um “pólo de excelência”, uma aldeia diferenciadora e inovadora. Sem esse envolvimento da população, o desenvolvimento social e económico fica comprometido.
   É urgente preservar a identidade de Malcata e para isso precisamos de encontrar uma ou várias estratégias de desenvolvimento correctas, que efectivamente contribuam para o desenvolvimento da nossa aldeia.
   Há perguntas que os malcatenhos devem responder:
   Houve ou não crescimento económico e social significativo em Malcata com base na criação da Reserva Natural da Serra da Malcata, com a construção da Barragem do Sabugal e com a construção do Parque Eólico?
   Um olhar atento pela aldeia e à vida dos que habitam em Malcata leva-me a concluir que as estratégias seguidas até agora, não têm dado resultados. Há então a necessidade de criar e apostar em estratégias diferentes e mais inovadoras.
   Voltando às perguntas do princípio deste texto, é necessário, importante e urgente definir claramente os objectivos e o plano de desenvolvimento de uma marca para a nossa aldeia.
   Vamos criar a marca como Aldeia do Lince? Aldeia de Montanha? Aldeia Verde( Floresta )? Aldeia do Desporto de Natureza? Aldeia Serrana? Aldeia dos Carvoeiros? Aldeia do Contrabando? Aldeia do Cabrito?
   Que fazer com a nossa aldeia, as suas gentes e o seu território?

04/01/2010

O PRESENTE E O FUTURO DA CIDADE DO SABUGAL




O futuro da cidade do Sabugal passa por pôr a trabalhar as pedras centenárias da sua zona histórica. O castelo e a zona que o envolve não pode ficar adormecido a olhar para o passado. É preciso fazer desse passado um activo, um recurso de desenvolvimento.


   A "Casa do Castelo" e o ciber-bar "O Bardo" são dois fantásticos exemplos da afirmação e valorização da zona histórica da cidade do Sabugal. Tratam-se de dois projectos criados por gente criativa, inovadora e empreendedora. O último exemplo desta criatividade é o compromisso que assumiram com a realização da "Feira Franca" no Largo do Castelo. A iniciativa tem sido um êxito e muitas pessoas têm marcado presença nessas feiras. A valorização do património também se faz com estes eventos e com este tipo de projectos. São a demonstração da força daqueles que, para além do negócio, reconhecem o valor e a riqueza que os nossos antepassados nos legaram.


   O Sabugal necessita de adoptar uma estratégia de desenvolvimento que não passe exclusivamente pela criação de infra-estruturas e equipamentos ( obras físicas ) e que, pelo contrário, invista na captação de "talentos"- pessoas com capacidade e projectos para enriquecer económica e socialmente a cidade e o concelho. Quem defende este pensamento é o investigador de Planeamento Regional, José Mendes, actual reitor da Universidade do Minho.
   "Durante décadas, as cidades portuguesas investiram quase exclusivamente em infra-estruturas. Mas só conseguirão sobreviver. As cidades estão a cair no "vale da morte" e só uma mudança de prioridades e de discurso, no poder local, poderá ajudá-las a ultrapassar essa fase terrível". diz José Mendes numa conversa que teve com o jornalista Paulo Coentrão, publicada neste domingo no jornal "Público".
   "Há vários aspectos que me preocupam: que o discurso autárquico continue centrado nas obras; que tenhamos rede, mas pouca sociedade a trabalhar em rede; que, em suma, cidades onde até existem plataformas de conhecimento - como universidades e politécnicos, mas não só - não consigam transformar o investimento feito nessas áreas em factores de competividade, em algo que as distinga das demais e as torne atractivas num mundo cuja fronteira não é sequer a que separa concelhos vizinhos, porque essa, como na economia, deixou de existir. E, neste cenário, o que devem as cidades atrair? "Talentos". Ou seja, "pessoas que, nas mais diversas áreas, sejam criativas, abertas à inovação e que tenham ideias capazes de enriquecer, económica e socialmente, o espaço onde vivem".
   O investigador continua dizendo que "os autarcas portugueses já deveriam estar a utilizar o dinheiro dísponível no quadro comunitário de apoio menos em obras físicas e mais em iniciativas imateriais que fomentem a qualidade de vida e uma identidade própria; que identifiquem e fixem as pessoas interessantes".
   Interessante a conversa que este investigador teve com o jornalista.
   No mesmo artigo também Fernando Ruivo, coordenador do Observatório de Poderes Locais, da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra,afirma que "a mentalidade do autarca português não está assim tão avançada. A partidarização do sistema político, muito dependente do imediatismo dos resultados eleitorais, somada à fraqueza da própria sociedade civil, dá este resultado".
   Percorram as ruas na cidade do Sabugal e perguntem a cinco cidadãos qual é a visão que os responsáveis da Câmara Municipal têm para a cidade. Qual ou quais são as estratégias para mudar a cidade e transformá-la numa cidade criativa, com qualidade de vida e orgulhosa do seu passado.