03 abril, 2011
A INEVITÁVEL DESERTIFICAÇÃO DO INTERIOR
01 maio, 2010
CASTELEIRO: FESTA DA CAÇA
A "Festa da Caça" na aldeia do Casteleiro já começou hoje, mas ainda tem o dia de amanhã, domingo, para dar um salto até ao Casteleiro e embrenhar-se nesta festa. Esta é a primeira de muitas que a Junta de Freguesia do Casteleiro decidiu realizar. Com este evento, os organizadores querem construir uma alavanca para combaterem a desertificação da aldeia.
O programa é muito variado e a aldeia vai ser o recinto da festa. Todos os largos e ruas fazem parte da festa e as surpresas vão ser muitas.
A caça é o tema principal. Daí incluir no programa diversas actividades relacionadas com esta actividade. Eu destaco os cães de caça e a demonstração de falcões. Vale a pena admirar as habilidades dos cães e dos falcões e ver ao vivo o trabalho destes animais, depois de domesticados pelos seus treinadores.
A aldeia do Casteleiro espera que a festa seja do agrado de todos. E eu, vivendo bem distante daí, rejubilo de alegria e saúdo todas as pessoas que estes dias trabalham para o bem da comunidade do Casteleiro. São iniciativas como estas que se podem transformar em alavancas para mudar o rumo do nosso concelho.
Lanço daqui o meu apelo aos malcatenses, tão perto que vivem do Casteleiro, hoje ou amanhã passem um dia diferente e apareçam na Festa da Caça...e aproveitem para divulgar a Festa da Carqueja de Malcata.
18 novembro, 2008
DESPOVOAMENTO E DESERTIFICAÇÃO NO CONCELHO DO SABUGAL


Despovoada, envelhecida e esquecida pelos poderes públicos, assim é a zona raiana da Beira Interior e da vizinha província espanhola de Salamanca. O retrato consta de um estudo apresentado pela Caritas.
A fatalidade é tal que o documento inclui uma espécie de epitáfio para esta vasta região: "Trata-se de uma das zonas mais desfavorecidas e pobres da Península Ibérica e da Europa, sem presente e sem futuro", conclui-se.
A primeira constatação é a desertificação demográfica registada nos concelhos de Figueira de Castelo Rodrigo, Almeida, Sabugal e Penamacor (no distrito de Castelo Branco), bem como na província de Salamanca. "Desde 1950, esta região perdeu 58 por cento da sua população, passando de 92 mil para os 38.500 habitantes actuais", realça o estudo. Talvez por causa disso, os investigadores verificaram ainda que neste território ultraperiférico "há abandono e um tratamento desfavorável por parte dos governos de Portugal e Espanha".

ENVELHECIMENTO
Face a este diagnóstico, a Caritas propõe-se criar um centro inter-diocesano de intervenção social e desenvolvimento, em Vilar Formoso, para "ajudar os habitantes a concretizar projectos económicos e a criar riqueza, mas também para corrigir a pouca eficácia dos serviços públicos, que não vão ao encontro das pessoas", considera Paulo Neves, da Caritas.
in Jornal de Notícias, 15 de Novembro de 2008
10 fevereiro, 2008
A DESERTIFICAÇÃO
"Sinto que é urgente parar a hemorragia de pessoas no Interior. As pessoas concentram-se em caixotes em Lisboa, Porto, criando mais problemas. Não me cabe a mim definir políticas, mas algo deve ser feito. Desde sempre que os reis portugueses deram regalias e incentivaram a fixação no Interior do país."
Quem o disse foi D.Amândio Tomás, novo Bispo coadjutor de Vila Real.
26 junho, 2007
O FUTURO DA ALDEIA DE MALCATA

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Ideias Inovadoras:
Parque de Lazer e desporto( Porque não substituir o campo de futebol por árvores, mesas para pic-nic, parque infantil...). Podia funcionar como local de lazer aproveitando também o ringue da Associação Desportiva para praticar desporto. O campo de futebol não tem sido utilizado para o desporto com bola. Apenas é usado uma ou duas vezes no Verão. Transformar esse terreno num aprazível parque de lazer penso que a aldeia e a Associação dava um bom contributo para a desertificação e contribuia para que aquele local pudesse ser utilizado por escolas(passeios anuais das escolas), escuteiros, turistas ocasionais para descanso e um bom repasto...e depois de comerem também podiam jogar uma partida de Mini-golfe, "de petanque", de raiola, de sueca. Ou então irem de bicicleta até à aldeia e tomar um café, ver a aldeia, comprar um centeio no forno ou um queijo de cabra na queijaria...o peixe só necessita de morder o isco para dar felicidade ao pescador.