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23/08/2025

MALCATA : O QUE VAI SER O VOSSO FUTURO?

 


    As listas concorrentes às Eleições Autárquicas de 2025 já são conhecidas. O prazo para a entrega das mesmas, terminou no passado dia 18 de Agosto e estiveram afixadas no Tribunal do Sabugal e também já é conhecida a ordem das listas no Boletim de Voto. Até ao dia 1 de Setembro, é tempo para fazer rectificações e depois de aceites pelo juiz, serão novamente afixadas no Tribunal, havendo ainda tempo para fazer recursos, se isso for necessário!
   Até ao dia 9 de Outubro (48 horas antes da data das eleições) podem desistir das eleições.
   A estas eleições autárquicas, vão concorrer:
   308 Municípios, 3.259 Assembleias de Freguesia (mais 167 do que em 2021).
   A Campanha Eleitoral decorre de 30 de Setembro e até 10 de Outubro.
                                                        
    O que se sabe, é que o actual presidente da Junta de Freguesia se recandidata a mais um mandato, por sinal o terceiro.
   As pessoas que integram a lista liderada pelo senhor João Vítor Nunes Fernandes,
espero bem, que o façam com sentido de trabalhar e colaborar para o bem da nossa comunidade. Desconheço os critérios da escolha das pessoas e o programa proposto.
   Infelizmente, continuam a fazer o que sempre têm feito, o eleitorado da freguesia, pelo caminho que estão a ir os preparativos, não vão poder saber que caminho e projectos se prometem para os próximos quatro anos. É assim em Malcata e, provavelmente noutras terras vizinhas.
   A realidade é assim e só espero que das eleições saia uma lista de gente com vontade de unir, de aproximar e reconciliar todo o povo. Não é fácil unir e restabelecer a identidade da nossa aldeia, mas é um dever de todos e em especial dos que se agarram ao poder local.
   Eu, como natural de Malcata, não sou a favor de candidaturas/listas de um só
partido político. E caso se confirme a Lista Única, como aconteceu em 2021, eu
acho que a democracia está morta na nossa terra. Tanta gente capaz, com ideias e projectos, com sonhos e desejos…vão ficar mais quatro anos escondidos?
   Para já, como não conheço mais pormenores, vou aguardar pelo programa da lista que vai apresentar-se às próximas eleições autárquicas para a Assembleia de
Freguesia de Malcata.

                                                              José Nunes Martins

19/02/2017

O ENFADO NÃO ACONTECE POR ACASO



O falatório mais ouvido destes últimos nas ruas e cafés é sobre a antena de telemóveis.
  
O problema começa em Novembro, em que a Junta não teve o discernimento de comunicar antecipadamente à população do que iria acontecer “, diz um cidadão, enquanto com a colher de café na mão direita mexe o açúcar que acabou de despejar para dentro da chávena.
   Pois, isto de fazer e depois informar trouxe desconforto e perguntas que podiam ser evitadas. É que todos acabamos por participar nessa excitação e o ruído aumenta de intensidade porque, como em qualquer povo das nossas aldeias, as notícias sejam boas ou más, depressa são conhecidas.
   É verdade que o assunto das antenas já não é de agora, ou seja, não foi neste início de Fevereiro que os acordos foram conhecidos pela junta de freguesia. Também é verdade que não se trata de um pedido da junta para que a NOS instale a antena em Malcata e nem tão pouco da Câmara Municipal do Sabugal. Duvidam? Então informem-se na Anacom e perguntem se Malcata e outras freguesias do nosso concelho estão ou não na lista de freguesias que fazem parte do lote de freguesias tendencialmente sem cobertura de banda móvel, cujo relatório final foi aprovado pela Anacom.

   Fui acompanhando o desenrolar do assunto e na impossibilidade de estar na reunião que a junta convocou para esclarecer as pessoas, usando as redes sociais enviei a 50 pessoas esta pergunta:
   “Como Malcatenho(a) concorda ou não com a instalação da antena de telemóveis no jardim da junta de freguesia, ao lado do parque infantil?”
  
A mesma pergunta foi enviada a todas as pessoas, todas com relações familiares ou com gente amiga em Malcata. Foi um exercício não científico, sem grupo de idade ou sexo. Jovens, rapazes e raparigas, homens e mulheres, a quem lancei o desafio, muito agradeço a quem respondeu. Aqueles que não responderam foram em grande número, o que não me espantou.  Durante cinco dias aguardei resposta e eis os resultados obtidos:
Responderam: SIM……… 04
                      NÃO……. 23
   Não responderam:----- 19
   Indecisos:----------------04
   Surpreendidos com estes números? Eu não!
   Assunto encerrado? Eu digo que ainda não está encerrado. Vamos esperar respostas da NOS e da ANACOM.
   Última nota: autarca eu ? Resposta: Não! Mas ninguém corta a raiz ao meu pensamento e
à AMCF.
   Somos Malcata!

31/05/2013

AS RAÍZES DA VIDA


Rui Chamusco e as raízes da sua vida

 
 Pequenos gestos que engrandecem a humanidade


 
Foi no dia 27 de Maio no IPO de Lisboa. Em consulta de vigilância e à espera da minha vez, com a sala repleta de pacientes, ouvem-se vozes delicadas que falam com cada um dizendo: “Olá, Bom dia! Aceita uma sandes e uma bebida?” A quem nada desejava faziam questão que aceitassem ao menos um rebuçado. Creio fazerem parte do serviço de voluntariado. Pois é! Um pequeno gesto que faz toda a diferença. Num ambiente em que cada um tem os seus problemas, em que a ansiedade e a expectativa são constantes, fazem ideia o que isto representa? A simpatia e a amabilidade das pessoas que integram os serviços são uma força que muito ajuda os utentes a aliviar o stress característico destes ambientes e a enfrentar as notícias e os problemas que a cada um são prestados. Todos ficamos com uma disposição diferente. Bem hajam!
De seguida, outro episódio a remarcar. De um dos gabinetes de consulta, sai uma senhora que se agarra ao filho a chorar. Logo uma voz amiga de um senhor sentado ao lado, peremptoriamente tentou animá-la, dizendo:
 “minha senhora não chore que o seu problema se irá resolver. Sabe quantas vezes eu já fui operado? Quatro. E cá ando como você pode ver. Com a sua idade e com essa força toda não se pode deixar ir abaixo…” Palavras consoladoras que aparentemente provocaram algum alívio.
Como diz o cantor Sérgio Godinho “a vida é feita de pequenos nadas”. Pequenos gestos que engrandecem a humanidade e sobretudo quem os pratica. Ao reflectir sobre estes episódios continuo a acreditar que vale a pena viver, mesmo enfrentando problemas; que a vida é bela mesmo que as dificuldades nos apoquentem; que a vida é um dom de Deus que devemos cultivar e agradecer. Em condições de privação, mesmo da saúde, qualquer sinal de vida nos faz bem. É observar a natureza, é contemplar o nosso mundo em constante movimento, é olhar para as pessoas sobretudo as mais necessitadas e logo uma vontade enorme de viver e lutar por um mundo melhor nasce dentro de nós. Será que com os nossos pequenos gestos o mundo não poderá ser melhor?!
Estamos em plena primavera. E as manifestações de vida, particularmente na natureza, são abundantes. Ao estilo de Francisco de Assis apetece-me tocar e cantar o “Cântico das Criaturas” ou “Cântico do Irmão Sol” por tudo o que existe no mundo (sol, água, vento, terra, fogo, árvores, flores, pessoas, etc… e até pela morte natural).
Louvado sejas, ó meu Senhor, Maravilhosas são as tuas obras.
A Ti a glória e o louvor!
Louvado sejas, meu Senhor, nós te cantamos com todo o amor.
 OBS.: Agradeço e informo todos os meus amigos que têm manifestado o seu apoio sobre o meu estado de saúde que, depois dos últimos exames e consultas realizados, tudo está em ordem e a decorrer da melhor forma.
 Rui Chamusco

Nota:
Este texto escrito pelo Rui, está publicado no Jornal Cinco Quinas. Como o texto é público e sendo o autor natural da nossa aldeia e pessoa muito querida por todos os malcatanhos, pensei que o devia publicar para mais pessoas o lessem.
Desejo a continuação da plena recuperação ao Rui.

12/06/2008

SABEDORIA ÁRABE

Não digas tudo o que sabes

Não faças tudo o que podes

Não acredites em tudo o que ouves

Não gastes tudo o que tens.

Porque:

Quem diz tudo o que sabe

Quem faz tudo o que pode

Quem acredita em tudo o que ouve

Quem gasta tudo o que tem.

Muitas vezes,

Diz o que não convém

Faz o que não deve

Julga o que não vê

Gasta o que não pode...