É a principal entrada da freguesia, fica entre a ponte e o Busto de Camões. Esta
entrada, que é uma estrada municipal ( EM 359 ), sofreu melhorias
significativas num período recente, com o caminho alargado e com a
reconfiguração do seu traçado, tendo sido eliminadas as curvas mais perigosas e
a construção de uma faixa de calçada da Senhora dos Caminhos até ao Camões. Este
troço da estrada sempre foi conhecido pelo nome “Estrada”, “Cimo da Estrada”.
Quando se procedeu à primeira colocação das placas toponímicas na freguesia, passou a chamar-se
“Rua da Estrada”. E assim se mantém até que haja a ousadia de rebatizar com o
nome de uma personalidade ilustre da freguesia e cujo nome seja consensual e
merecedor dessa tão digna e importante homenagem.
- Então, compadre, donde vens a esta hora?!
- Donde hei-de vir?! Da igreja! Então estamos na Quaresma…e fui cumprir o meu
dever, estou a preparar-me para a festa da Páscoa.
- Ui ui, mas ainda falta tantos dias, ainda tens tempo para pensares nessas
coisas.
- Pois, tens razão, compadre, mas eu gosto de fazer as coisas com tempo e sem
pressas!
- Olha quem anda numa roda-viva e sem paranças, são os políticos. Eles podem
dizer o que quiserem, mas o que eles dizem eu nem perco tempo! Somos todos
iguais e todos querem o mesmo, tachos, poleiro é onde querem estar, nem que
para o conseguir, se apresentem no domingo à missa.
- Esses já eu conheço. De católicos têm pouco, são uns fingidos.
- Assim estamos, compadre. E se quer que lhe diga, estou-me marimbando para o
circo que montaram. A minha missa é outra!
- Compadre, mas que diferente está agora o mundo! Até a Quaresma mudou e hoje
riem de quem faz jejum. O senhor prior bem se farta de dizer para nos
preparamos. Mas qual quê?! Ao menos o compadre ainda respeita a tradição.
- Tantas renúncias que a gente pode fazer, mas tá quieto! Sacrifícios, mais
ainda…
- É verdade compadre!
- Bem, vamos à vida, porque a morte é certa.
- Então, até logo, se Deus quiser!
Na nossa aldeia
falar de monumentos ou estátuas é falar do busto do poeta Camões. E se há
assunto que os malcatenhos gostam de falar e sabem do que falam ( pelo menos desde 1965), é do Camões. Mesmo depois da
pintura do mural com o lince continuam a referir-se ao poeta e raramente ao
artista pintor.
Já repararam no poder criativo que têm
alguns calceteiros em algumas ruas da nossa aldeia? Aparentemente, querem
passar a ideia que se esqueceram que as ruas são vias públicas, que nelas
passam automóveis grandes e pequenos, motas e carrinhos com bébés e pessoas de
todas as idades e mobilidades?
Eu não sei e não me disseram e eu
também não perguntei quem autorizou a obra na rua que dá acesso ao Bairro
Camões. Também não consigo compreender como se faz aquilo que lá foi feito.
Olhando do princípio da rua dá para perceber a asneira feita. Aquilo é mais um
exemplo da total falta de fiscalização das entidades competentes. É mais um
daqueles maus exemplos de abuso e de não se respeitar o bem público.
Ouvi um freguês dizer a outro que a
autarquia já está a tratar de resolver o problema. É uma questão de esperar os
conselhos dos técnicos da Câmara do Sabugal .
Vamos então esperar para ver o final.
Em Malcata há
muitas casas abandonadas e em ruínas. Não há bêco ou rua que não tenha uma casa
velha e sem as mínimas condições de habitabilidade. Também nos deparamos com
muitas casas recuperadas ou a serem reabilitadas. Infelizmente nem todas têm
respeitado as leis de edificação e reconstrução aprovadas pelo Governo e Regulamentadas
pelos municípios. Seria bom que estas reconstruções contribuíssem para melhorar a qualidade do
nosso património edificado. Então quando se trate de reconstruções no núcleo
histórico da aldeia, aquelas áreas a que vulgarmente chamam “centro histórico”,
em que as casas têm ainda muitos traços iguais, estão construídas à “moda antiga”,
ou seja, em pedra de xisto, algum granito, muros também em pedra de xisto, os
telhados cobertos com telha de um só canal e em barro vermelho, todos devíamos ter
o cuidado e a preocupação de saber os direitos e os deveres a ter em conta para
que no fim do trabalho acabado todos nos elogiem e nos digam que a obra ficou “excelente”,
“fantástica”, “veio acrescentar valor económico” ao imóvel e por arrasto, às
outras casas em redor; se tivermos esses cuidados e olharmos para o património
comum com pleno respeito pelas tradições, pela preservação do autêntico, pelo
que é natural e cultural na nossa aldeia, pelo que os nossos antepassados nos
legaram, o sonho que tivemos quando
decidimos avançar para as obras vai continuar vivo e servirá de bom exemplo de
melhores condições de habitabilidade, de conforto, de melhor qualidade de vida
a quem lá viver. As decisões apressadas ou irreflectidas, como se pode verificar
percorrendo algumas das obras de reconstrução pelas ruas da nossa aldeia, salta
à vista de todos que as regras legais foram violadas, ignoradas ou quem sabe,
mal avaliadas ou nunca mereceram a visita das pessoas responsáveis pelas
fiscalizações deste tipo de obra, assinando os seus pareceres baseados nas
informações que lhes foram transmitidas, não se importando minimamente pelas
consequências de descaracterização do património da aldeia.
Eu, como cidadão e malcatenho, penso
que o património edificado em Malcata, a continuar como até agora, está em
risco e estamos a assistir à destruição de riquezas singulares, únicas, que
outras terras não possuem igual. Haja
coragem para parar estes atentados ao nosso património edificado. Apesar das
casas, na sua grande maioria, serem propriedade privada, as ruas são públicas,
o património edificado é parte integrante da aldeia, caracteriza e identifica o
povo de Malcata. Aos habitantes da freguesia cabe a defesa e a preservação do
património edificado.
Eu acredito naquelas pessoas que, se
quisermos e trabalharmos juntos, seremos capazes de escrever a história de uma
aldeia que nunca ninguém nos contou, a história que nos faz continuar a viver.
Quem vem das cidades e não conhece a aldeia de Malcata, diz que entrou no paraíso. A tranquilidade e o sossego moram por toda a aldeia e o visitante fica surpreendido com o cantar dos pássaros, encantado com as "freirinhas" de manto preto e branco voando e pousando no barro do ninho ali meio escondido no beiral do mini-mercado. Amélia nasceu em Malcata e todos os dias vai trabalhar para o lar de idosos que há na aldeia. Hoje há mais velhinhos que crianças e também já cá chegou esta coisa de depositar os nossos seniores no lar da Associação de Solidariedade. Como a Amélia, mais uma dezena de pessoas têm o seu trabalho nesta instituição que é o ganha pão para muitos.
"Há muitas pessoas que vêm para cá nesta altura do ano porque gostam do ambiente, gostam de ir até à piscina da barragem, está-se lá bem, é um sítio óptimo para relaxar, tomar um banho e as crianças podem divertir.se no parque infantil", diz-me a Margarida que está de mãos dadas à pequenita Maria que tem uns olhos azuis da cor do céu e está num nervoso miudinho para chegar depressa ao baloiço.
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É no Verão que a aldeia se transforma, mesmo com mais barulhos e desassossegos, quem cá vive durante todo o ano não se importa, pois dizem que renasce a vida na aldeia.
Este ano as pessoas estão a gostar imenso do Parque de Lazer da Rebiacé e durante todo o dia não deixa de estar com gente. A piscina flutuante, as canoas e gaivotas, o desafio de subir aos insufláveis por parte da juventude, vieram ajudar ao bom funcionamento do Bar que este ano o Luís explora. "Este ano vou estar aqui de Julho a Setembro. Vamos lá ver como corre o negócio. Tudo estou a fazer para que dê certo e lá vai rodando, uns dias pior outros melhor. Fui o único que concorreu e aqui estou, tudo o que aqui está dentro é meu, excepto o lavatório. Fiz um investimento grandito e agora há que trabalhar e olhar para o futuro" disse-me o Luís sem parar de tirar mais uma imperial. Há que reconhecer e felicitar a Junta de Freguesia pelo investimento que tem levado a cabo no Parque de Lazer da Rebiacé. Aos poucos está a nascer um verdadeiro e acolhedor parque de lazer e bem-estar.
Mas ainda há muito a fazer. Faltam criar as condições para que este parque funcione durante todo o ano, mesmo nos dias ou anos de seca extrema. Sendo o elemento "água" fundamental é necessário encontrar forma de manter um volume de água que permita tirar todo o potencial deste lugar, pois sem água não funciona a piscina, não se anda de canoa ou de gaivota, ou seja, há que encontrar forma de conter ali a água. Também seria benéfico a construção de um parque para automóveis e outros veículos. Nos dias de muita gente a falta de condições para estacionamento leva a alguma confusão e em caso de uma retirada apressada e urgente as saídas podem demorar. A aldeia entrou já nas suas festas de Verão. Por estes dias e até ao dia 13 de Agosto a tranquilidade e o sossego vai dar lugar a churrascadas, bailaricos e feiras de artesanato, jogos tradicionais, caças ao tesouro, sorteios de rifas, bifanas no pão ou frango assado pelos mordomos para comer sentado em casa. É assim por estas alturas do ano e mesmo com todo este alvoroço, ainda vive gente em Malcata que diz viver num paraíso. "Olha João, o que te digo é que oxalá não falte de vez a água na torneira da minha cozinha. Nesta altura do ano, há alturas do dia que só sai um fio de água e o esquentador não liga porque a pressão é pouca" desabafou a Gracinda que foi logo interrompida pelo Quim a contar que "há dias fiquei todo ensaboado de espuma no chuveiro, a minha mulher foi à loja buscar uma botija nova de gás e afinal, era falta de pressão no cano da água"! Pois, pois porque acontecem estas coisas que não deviam acontecer no paraíso? Não há água no cano porque a pressão é pouca? "Uns reclamam da pouca pressão da água, eu desespero com a lentidão da internet que a junta diz estar a funcionar bem, é pressão a mais e não dá para todos"-atalhei eu! Como todos nos encontrávamos a conversar à sombra da figueira, alguém se saiu com esta: - " Uns são filhos de uma mãe, outros há que são filhos do pai e da outra, mas deixai-os andar que ainda um dia me vão dar razão". - Deus o ouça compadre. Vamos jantar que já é hora! Uns para cada lado e outros diálogos de rua virão.
Cada
um de nós tem um sítio ou um lugar que dizemos ser nosso.
Nas cidades, vilas e aldeias por onde nos orientamos para
encontrar a casa de uma pessoa amiga que nos convidou para almoçar? Ou como é
que o carteiro se orienta, sem se enganar, quando anda a fazer a entrega
daquela encomenda que eu tanto aguardo que me seja entregue? E como é que vêm
parar à minha morada os vales da minha reforma?
Já sei que as respostas podem ser variadas e com certeza todas
certas e até estão a pensar que basta ligar o GPS e seguir as instruções que
nos são dadas. Pois é, isso facilita quando o mensageiro ou o aparelho guiado
por satélite possuem a informação certa e actualizada, ou seja, a identificação
do caminho até chegar ao destino. O nome do lugar, do sítio é por isso
importante para cada um de nós. Eu sou do Carvalhão, foi o sítio onde eu nasci
e vivi a minha infância. Outros são da Moita, outros do Cabeço, outros da
Ladeirinha e por aí adiante. Ser de um lugar é amar esse lugar, é onde estão as
nossas raízes, algumas das nossas memórias de infância, de juventude ou dos
nossos antepassados. Durante muitos anos eu recordo-me que em Malcata cada
sítio, cada lugar tinha um nome e toda a gente da aldeia sabia como chegar a um
sítio e depois ir para outro. E nessa época as pessoas orientavam-se de um lado
para o outro apesar da ausência de placas toponímicas para nos indicar os
caminhos. Bem, nesse tempo também é preciso lembrar que, por exemplo, as cartas
eram levantadas todas no mesmo local da terra. O carteiro ia todos os dias ao
Sabugal levar a correspondência e no regresso lá vinha em cima do burro com
outra sacola que entregava no posto público da aldeia, sítio onde os
interessados tinham que estar à hora para ouvir a leitura do nome do
destinatário da carta.
Pois, hoje graças às placas toponímicas e aos números de cada
habitação, tudo se tornou mais fácil e mais prático. A colocação das placas
toponímicas trouxe uma certa ordem e melhor orientação. E com a colocação
dessas tais placas toponímicas alguns lugares ou sítios estão lentamente a cair
no esquecimento, por outro lado, surgiram nomes novos, ruas novas com nomes
novos. Quem tem competência para regular esta
importante forma de orientação é a Câmara Municipal do Sabugal que, por
iniciativa própria ou sob propostas de outras entidades públicas, como por
exemplo, das Juntas de Freguesia, das Associações do Concelho, de grupos de
cidadãos ou até da Comissão Municipal de Toponímia do Concelho do Sabugal,
deliberar sobre a toponímia no Concelho do Sabugal. Os pedidos depois de
apresentados são apreciados pela Comissão Municipal de Toponímia, que
apresentará à Câmara Municipal e esta decidirá o que fazer, tendo sempre em
consideração o Regulamento Municipal de Toponímia do Concelho do Sabugal.
Sei que neste momento algumas pessoas
estão a topar aquilo que eu estou a referir. Outras não estão a topar nada
daquilo que estou para aqui a escrever. Eu, cidadão do sítio do Carvalhão, que desde
há uns anos, tem uma placa toponímica com a inscrição “Rua de Braz Carvalhão”
curioso quando vi pela primeira vez esse novo nome, fiquei a saber que a razão
da escolha foi porque “Braz” era o nome do proprietário da última habitação
nesta rua. Bem, isto já lá vão alguns anos, ainda hoje não entendo a razão
desta escolha. Ora quando se associa o nome de uma
pessoa a um pedaço de terra, seja ele rua, praça, avenida, travessa, beco,
rotunda ou calçada, em princípio, é uma forma de honrar aqueles cidadãos que,
na maior parte das vezes de forma abnegada, heroica e muitas vezes silenciosa
produziram, ajudaram, lutaram ou defenderam ideias, direitos e prestaram
serviços fundamentais para a vida da povoação. E a única diferença entre todos
esses cidadãos, homens ou mulheres, está no alcance e no resultado que
alcançaram com as suas acções e dessa forma contribuíram para o desenvolvimento
sócio-económico e de bem estar da comunidade e claro, com que interesse essas
mesmas pessoas agiram dessa maneira. Para que estes casos não se repitam, no meu entender, a atribuição ou a
alteração do nome de um lugar deve ser precedido de uma boa recolha de
documentação, de testemunhos de pessoas, de divulgação e até de auscultação do
povo. Tudo isto vem a propósito do que li
numa acta da Reunião Ordinária da Câmara Municipal, realizada no dia 6 de
Janeiro de 2017, e na agenda de trabalho, na Ordem do Dia, se diz que “registada sob o nº3332, datada de 16/12/2016
referente aos topónimos propostos pelas Juntas de Freguesia do Concelho, foram
aprovados, por unanimidade, nos termos e com os fundamentos constantes da
informação”. Sabem o que me entristece? É que
haja pessoas que fiquem enfurecidas com o que às vezes eu escrevo. Quando
escrevo é porque vi, algo que aconteceu ou que está para acontecer. O que
escrevo não devia ser levado como uma afronta, ou mais uma crítica só porque
tenho a mania de criticar. Não, essa não foi, não é e nunca será a minha motivação
para escrever. Escrevo para informar, divulgar o que penso e com isso
contribuir para levar as pessoas a parar, olhar e pensar e tal como eu descrevo
aqui os meus sentimentos, gostaria que outros o fizessem também. Continuarei
sempre a escrever e a dar a minha opinião, não escrevo a pedido de ninguém, escrevo
sobre o que vejo, o que leio, o que penso e sinto, sobretudo quando é sobre o
meu sítio onde nasci: Malcata.
Durante muitos anos o mundo para mim acabava no Sabugal. Fui crescendo e descobri que se queria continuar os estudos tinha que descobrir outro mundo. Esqueci a minha rua e parti à procura do outro mundo. E de facto encontrei outro Mundo.
O outro Mundo é tão grande que me perdi nele e nunca mais vivi na minha rua. Mas sinto saudades da minha rua. É que a minha rua não era só o chão de terra batida, o muro de pedra, os três enormes carvalhos e as casas em volta. A minha rua era muito mais do que isso. Hoje já não vive lá o carpinteiro que fazia os carros de vacas, as grades para alisar a terra e as janelas de madeira para as casas. Os sapatos deixaram de ser arranjados pelo Ti Quim e também já não vai com a sua mulher, a Ti Rosa, levar o centeio e o trigo ao moinho de água. Hoje, não há moleiros e os moinhos jazem na água da barragem.
Hoje a minha rua já não é a mesma, até o nome lhe tiraram. Eu conhecia-a por Rua do Carvalhão e os três carvalhos serviam de testemunho. Agora, dizem que o meu pai vive na Rua de Braz Carvalhão. Disseram-me que é o nome do dono da última casa lá da rua. A minha rua, a rua do Carvalhão, de tão estreita que era, só passava um carro de vacas e a camioneta tinha que ficar no Camões porque era muito larga. Até o Ti Coxo era obrigado a levar a malhadeira lá pela rua do Cabeço, mesmo que as vacas o não quisessem. As casas de um lado e o muro de pedra do outro obrigavam a estas alterações de tráfego e por vezes as teimosias deitavam as pedras abaixo.
No Verão, depois da escola, a minha rua era o nosso parque infantil. Desde pontapés na bola, jogar ao fite ( malha), à macaca, ao pião e aos feijões, até ao jogo do lenço e fazer corridas de carros de madeira, eu e os meus amigos éramos os donos da rua.
A minha rua era o cheiro da chuva no pó, ou na sua ausência em tempo de Verão, era a Ascensão que se encarregava de regar o pó para ele não entrar pela casa dentro, a manta de farrapos no chão cheia de gravanços a secar ao sol, a minha mãe e a Ti Cilda na varanda.
Por essa altura, o mundo era só do tamanho da minha rua e todas as pessoas que eu conhecia eram ainda vivas. Agora, encontrei estas fotografias velhas e voltei a ser feliz na minha rua outra vez.
Ai se a rua fosse minha, se esta rua fosse minha eu mandava-a ladrilhar...
Dizem, que a população de Várzea de Meruge, freguesia do concelho de Seia, há tempos atrás, cansada de tanto pedir ao senhor presidente da Junta de Freguesia, para reparar o piso da rua e já fartos de meter o pé na poça, tiveram esta ideia luminosa para chamar a atenção:plantar couves nos buracos...e parece que não são assim tão poucos...talvez alguém desse conta...
O meu comentário: Estou a lembrar-me das obras da estrada de Malcata. Tenho informações de que não têm lá andado a trabalhar. Segundo as minhas "fontes" os homens deixaram de andar por lá. Será que o empreiteiro também foi com as máquinas e os trabalhadores para o Líbano? É que, como sabem, as obras de outra estrada que está a ser construida pela Câmara do Sabugal estão quase paradas porque...o exército(Regimento de Espinho) teve necessidade de enviar as máquinas para aquele país...mais importante e mais urgente do que o nosso concelho... Que tal um dia a população de Malcata ter assim uma ideia como os habitantes de Várzea de Meruge? Couves não, porque deixa de ser original. Alguma ideia por aí?