28 setembro 2009

AS ELEIÇÕES EM MALCATA




No quadro acima podemos verificar a escolha dos eleitores de Malcata. Como se pode observar, ganhou o PS com uma diferença de apenas 4 votos em relação ao PSD, o segundo partido mais votado.
Dos 485 eleitores inscritos foram votar apenas 208, que faz 42,89% , ou seja que a maioria dos inscritos não votaram ( 57,11%). Sabemos que algumas pessoas já não deviam constar dos cadernos eleitorais porque faleceram, mas custa-me a acreditar que de 2005 a 2oo9 tenham falecido 277 eleitores.
Outro dado interessante a concluir destes resultados é que a esquerda unida (sem o PS) somam um número nunca visto: 30 eleitores. Se a estes "esquerdistas radicais" juntarmos os 76 do PS podemos concluir que são a maioria, comparados com o PSD, CDS/PP,MEP e PND.
Os votos aí estão e os resultados são os que são.
Nas 40 freguesias do concelho do Sabugal votaram 8197 eleitores (50,28%) num total de 16304 inscritos nos cadernos eleitorais. Onde andam os outros 8 107 inscritos? Com estes números não há mais nada a concluir? Creio bem que estes números deviam ser alvo de um estudo sério ou então limpar os cadernos eleitorais.
Para as eleições autárquicas aconselho os candidatos a oferecerem um cabrito a cada eleitor. Ou quem não tiver um grande orçamento, sugiro que ofereça um Passe na Carreira Urbana do Sabugal.

24 setembro 2009

NÃO PODEMOS ESQUECER



Eu não sei se na altura em que foram dados os nomes às ruas de Malcata houve ou não uma Comissão de Toponímia, mas o mais provável é ter havido! A verdade é que os nomes que são dados a ruas, becos, praças e largos têm sempre alguma ligação com o nome da pessoa que ali reside, com o tipo de imóvel ali existente ou com outras situações. E alguns nomes bem que necessitavam de ser alterados.
Agora acho que alguns malcatenses mereciam ter o seu nome atribuído a uma rua. Por exemplo, o caso do senhor Varandas, ( mais conhecido por Ti Varandas, que era casado com a D. Deolinda e ambos mantiveram durante muitos anos o Comécio aberto ao povo de Malcata. Para quando a homenagem a este senhor que tanto ofereceu a Malcata?

20 setembro 2009

O PADRE QUE É PROFESSOR E BOMBEIRO

"vivemos numa sociedade pós-moderna onde o relativismo impregnado faz com que tudo o que tenha a haver com dados não experimentados onde não se pode re/tirar proveito imediato para usufruto não tenham valor. O imediato, o individualismo, a crise de valores, a crise de identidade cultural e religiosa leva a um afastamento de tudo o que fale de Deus".



CÉSAR : PADRE, professor, bombeiro voluntário.

Na edição de 10 de Setembro de 2009 do jornal A GUARDA ( semanário) podemos ler a entrevista que este órgão de comunicação fez ao sacerdote César António Cruz Nascimento, actual pároco de Malcata e de outras terras. Aqui está a entrevista:

César António da Cruz Nascimento – Coordenador do Ensino da Igreja nas Escolas do Departamento do Secretariado Diocesano da Educação Cristã


“Muitas Direcções Escolares dificultam o trabalho do professor de Educação Moral Religiosa Católica”

César António da Cruz Nascimento é o actual Coordenador do Ensino da Igreja nas Escolas do Departamento do Secretariado Diocesano da Educação Cristã, na Diocese da Guarda. Desempenha também as funções de pároco de Casteleiro, Malcata, Meimão, Moita e Santo Estêvão.
Nasceu em Viseu por opção da mãe que é oriunda daí, embora os pais residissem na Covilhã. Foi registado na freguesia de S. Martinho (Covilhã) onde viveu até aos 8 anos, passando depois para Alcaria. Foi ordenado sacerdote em 2 de Julho de 2000.
A Guarda: Quem é César António da Cruz Nascimento?

César Nascimento: Defino-me não por aquilo que faço mas por aquilo que sou. Nasci em Viseu por opção da minha mãe que é oriunda daí, embora os meus pais residissem na Covilhã. Fui registado na freguesia de S. Martinho (Covilhã) onde vivi até aos meus 8 anos. Mais tarde os meus pais iriam residir para Alcaria (Fundão), onde ainda aí permanecem. Defino-me como um transeunte nesta vida onde procuro buscar a essência do meu eu, apoiado no humanismo, ética e fé cristã. Sou amante da vida e do ser humano.

A Guarda: Qual a sua ligação à Diocese da Guarda?

César Nascimento: Actualmente tenho a missão de Coordenador/Director do Departamento Diocesano do Ensino Religioso Escolar na diocese da Guarda, tenho a meu cargo seis paróquias (Malcata, Santo Estêvão, Meimão, Casteleiro, Moita e Vale da Senhora da Póvoa) e lecciono EMRC – Educação Moral e Religiosa Católica- no Sabugal e sou bombeiro voluntário na secção de Penamacor em Meimão (pese o facto de ter pouco tempo disponível para o voluntariado).

A Guarda: Como é que foi o seu percurso académico?

César Nascimento: A escola primária foi realizada na Covilhã (Externato de Stª Maria e na Escola Primária do Refúgio) e mais tarde Alcaria. O primeiro ano do Cíclo ( 5º ano) foi na Telescola de Alcaria. No ano lectivo de 1985/86 entrei para o 6º ano de escolaridade no Seminário Menor do Fundão onde aí concluí o 9º ano. Entrei para o Seminário Maior da Guarda para frequentar o ensino Secundário e aí concluí o Curso de Teologia. Porque o Seminário não conferia a habilitação de licenciatura em Teologia, matriculei-me na Universidade Católica do Porto onde me foi conferida a respectiva licenciatura no ano 2000 (com tese subordinada ao tema “História da Formação Presbiteral e a implementação do II Concílio do Vaticano nos Seminários da Diocese da Guarda”. Mais tarde matriculei-me no Mestrado em Educação na UBI – Universidade da Beira Interior tendo concluído a Pós-Graduação. No ano em que ia realizar e elaboração e defesa da tese na referida universidade fui nomeado Coordenador/director deste departamento tendo adiado a conclusão da mesma. Neste momento encontro-me matriculado no curso de Profissionalização em Serviço em Ciências Religiosas em Viseu.

A Guarda: E o percurso como sacerdote?

César Nascimento: Após a minha saída do Seminário Maior da Guarda fui colocado em Estágio Pastoral na Paróquia de S. Miguel da Guarda, enquanto estudava na Universidade Católica Portuguesa no Porto. Após estágio o sr. D. António nomeou-me como membro da Equipa Formadora do Seminário Menor do Fundão onde permaneci quatro anos e nessa permanência fui ordenado presbítero no ano de 2000. Durante esse tempo fui colaborador ainda nas paróquias de Castelejo, Souto da Casa e fiz parte da Equipa do Pré-Seminário. Em 2002 fui nomeado pároco das freguesias de Alfaiates, Rendo, Malcata e Meimão, Mais tarde seria ainda nomeado para Nave em acumulação. Durante 3 anos fui ainda vigário paroquial de Aldeia Velha, Aldeia do Bispo, Lageosa, Forcalhos, Aldeia da Ponte, Bismula, Badamalos e Vilar Maior. Vivi em comunidade com um colega sacerdote em Aldeia Velha (concelho de Sabugal), sendo ele também vigário paroquial das paróquias a mim confiadas. Em 2005 sendo já bispo da nossa diocese da Guarda o sr. D. Manuel fui transferido e novamente nomeado para as paróquias de Malcata e Meimão em conjunto com Santo Estêvão, Moita e Casteleiro. Mais tarde acrescia-se a paróquia do Vale da Senhora da Póvoa, tendo fixado residência na freguesia de Malcata até agora.

A Guarda: E como professor?

César Nascimento: Quando em 1998 fui nomeado membro da Equipa Formadora do Seminário Menor do Fundão leccionei HGP (História e Geografia de Portugal) e Área projecto. Desde o ano 2002 que lecciono a disciplina de EMRC (tendo estado no primeiro ano a leccionar no Colégio da Cerdeira e nos demais anos nas escolas oficiais do Sabugal).

A Guarda: O que é e para que serve o Departamento do Secretariado Diocesano da Educação Cristã?

César Nascimento: O DDERE, Departamento Diocesano do Ensino Religioso Escolar serve para coordenar o ensino de EMRC nas escolas oficiais e privadas que se encontram na diocese. Tem por missão a colocação/nomeação, orientação e formação contínua dos professores da disciplina. É o órgão diocesano que serve de entreposto entre o Ministério de Educação e as Escolas no que concerne ao ensino religioso católico. Superintendido pelo bispo diocesano e pelo Coordenador/Director, este departamento é o órgão de responsabilidade legal do Ensino Religioso perante o ME (Ministério da Educação).

A Guarda: Quem é que pode ser professor de Educação Moral Religiosa Católica?

César Nascimento: Para se ser professor da disciplina de EMRC é necessário ter habilitação própria na área (licenciatura em teologia ou em ciências Religiosas). Como na diocese não existe número suficiente de professores com essa habilitação temos de recorrer a professores de outras áreas. Com a legislação actual, o Departamento está a fomentar a ideia de que todos os professores rapidamente tenham todos a habilitação própria com a respectiva profissionalização, sem a qual não poderão leccionar a disciplina. Além destes requisitos terão de ter idoneidade, compromisso de vida cristã. Um professor de EMRC não pode ser um simples professor que chega à Escola e “descarrega” os conteúdos programáticos e vem-se embora. Tem de procurar estar envolvido com toda a Comunidade escolar e dar um contributo para a humanização da Escola.

A Guarda: Quais as principais dificuldades que encontram os professores de Educação Moral Religiosa Católica?

César Nascimento: Encontram-se dificuldades em várias frentes. A disciplina é facultativa e como tal a sua apresentação é diferente. Muitas vezes as crianças e jovens colocam em questão a utilidade de se inscreverem na disciplina e muitas outras vezes são os próprios encarregados de Educação. Muitas Direcções Escolares dificultam o trabalho do professor de EMRC nomeadamente colocando o seu Estatuto em causa e elaborando horários que obrigam a grande ginástica mental e física ao professor. Existem escolas que não cumprem os decretos-lei e despachos, emanados do Ministério da Educação, quer na constituição de turmas quer na atribuição do horário ao professor. O número ainda elevado dos professores que não possuem habilitação própria, por vezes a falta de dinâmica, o desalento criado ao longo dos tempos pela falta de motivação e de alegria, são causas que vêm de dentro. A sociedade secularizada, a visão de que a disciplina é uma “aula de catequese”, a pouca importância dada aos valores e conhecimento da fenomenologia religiosa, tornam a missão do professor de EMRC um autêntico desafio.

A Guarda: Para este ano lectivo, há muitos alunos inscritos na disciplina de Educação Moral Religiosa Católica?

César Nascimento: Neste momento ainda não nos é possível averiguar o número de alunos, mas pelas nomeações já efectuadas podemos concluir que houve um aumento visível das turmas para a leccionação da disciplina.

A Guarda: Considera que os padres deveriam estar mais ligados ao ensino ou não é necessário?

César Nascimento: O Departamento do Ensino Religioso Escolar abrange apenas as aulas de EMRC nas escolas. Neste momento dos 50 professores de EMRC pertencentes a este departamento apenas quatro padres e um diácono leccionam a disciplina não sendo nenhum efectivo. Há dioceses em que os padres constituem a maioria do corpo docente não sendo essa a aposta para esta diocese. Já temos muitos leigos com formação na área, muitos já efectivos à escola. O ensino requer cada vez mais uma formação e habilitações específicas e pedagógicas. Porque o ensino “prende” cada vez mais os professores às escolas, é normal que os padres não consigam ter disponibilidade para tal. Aliás o ensino de EMRC nas escolas deve ser prioridade de quem cumpre essa missão. Contudo e porque vivemos numa sociedade alheada aos valores da cultura judaico-greco-cristã, penso que os padres deveriam estar presentes nos vários âmbitos da sociedade civil. Um “padre para uma paróquia” já não é modelo de apresentação. A paróquia está alargada a um conjunto vasto na actividade humana e o padre terá de acompanhar essa mudança. Penso por isso que deveria haver sempre padres ligados ao ensino, não apenas religioso mas nas várias áreas do saber. Creio que mostrariam melhor ao mundo que estavam presentes na vida e na actividade humana. É necessário ter coragem para formar os padres em várias áreas da formação humana para que o curso de teologia não caia num vazio intelectual e possa correlacionar-se com outras fontes do saber. Pior do que o medo de ter padres com habilitações, cursos e formações distintas deveria ser o medo de ver um padre acomodado a um grau académico em teologia e fechado em si mesmo, não aproveitando esse curso para “dialogar” com outros saberes.

A Guarda: Como é que vê a actual falta de padres na Diocese da Guarda?

César Nascimento: Há dois factores. Um Externo e um interno. O factor externo diz-nos que vivemos numa sociedade pós-moderna onde o relativismo impregnado faz com que tudo o que tenha a haver com dados não experimentados onde não se pode re/tirar proveito imediato para usufruto não tenham valor. O imediato, o individualismo, a crise de valores, a crise de identidade cultural e religiosa leva a um afastamento de tudo o que fale de Deus. Ao mesmo tempo pode-se apontar razões de ordem interna. O modelo de padre apresentado não atrai, a sobreposição da utilidade prática na gestão diocesana ofusca a identidade do ser individual como único e irrepetível. O padre deixou de ter o status que tinha em outras décadas e não sabe agora o lugar que ocupa. A libertação do estereotipo que se tinha poderia ajudar o padre de hoje a encontrar novas formas e maneiras de desenvolver a sua missão. Para isso é determinante que cada um se encontre antes de mais como pessoa humana e só depois ocupar um lugar com uma missão específica na Igreja. O facto de neste momento vivermos um período de mudanças torna-se imperativo que se saiba o que se pretende do padre hoje em dia. O que é que os fiéis e o mundo pretendem dele e o que é que a Igreja também quer.
É preciso definir o modelo de padre, não nos esquecendo que terá sempre de haver lugar para a auto-criação e recriação. O modelo não pode ser imposto de “cima” mas tem de ser sensibilizado e enraizado na realidade da vida. Existem questões tais como o celibato obrigatório que deveriam ser revistas e serem bem ponderadas. Quando somos crianças sonhamos ser aquilo que mais nos atrai e mais chama a nossa atenção. Teremos de ser atractivos para um mundo que necessita de padres mas não dos padres que tantas vezes queremos impor.
A maior parte das dioceses do país e um pouco por todo o mundo ocidental sente a falta de vocações sacerdotais, mas teremos de nos concentrar na nossa própria diocese e reflectir seriamente sobre essa questão. A diocese da Guarda, na década de sessenta e setenta, sentiu uma profunda crise vocacional e as razões não são muito distintas daquelas que hoje vivemos. Basta parar, olhar e reflectir. No meio de tantas causas para a falta de padres na nossa diocese encontramos razões que nos são distantes mas não podemos ignorar o que passa debaixo do nosso tecto e todos nós, começando por quem tem maiores responsabilidades na orientação diocesana, deveríamos reconhecer a nossa culpa e o erro para apontarmos novos caminhos, concretos, objectivos, realistas e com visão de futuro.

Consulte aqui a entrevista:

http://www.jornalaguarda.com/index.asp?idEdicao=316&id=16848&idSeccao=4164&Action=noticia

NEM TUDO CAI EM SACO ROTO


Há uns meses atrás, numa das minhas caminhadas pela aldeia, verifiquei que existiam situações potenciadores de perigo para as pessoas que por aqueles sítios andassem. Fotografei e falei desse assunto aqui e felizmente hoje ambas as situações estão corrigidas. Bastou algum trabalho e acredito que também alguns euritos para que os casos ficassem fora das lamentações de muitos.


CASO 1

SITUAÇÃO ANTERIOR


SITUAÇÃO ACTUAL


Como se pode observar, neste caso, bastou comprar um aloquete e um cadeado para que a segurança fosse reposta.


CASO 2



VALEU A PENA FALAR NISTO:

SITUAÇÃO ANTERIOR


SITUAÇÃO ACTUAL




Agora está bem colocado sinal STOP. Também não custou muito e bastou rodar a chapa para que deixe de estar mal colocada.

18 setembro 2009

ESMIUÇAR AS DECISÕES DA CÂMARA DO SABUGAL

Recebi por mail a acta da reunião que a Câmara do Sabugal realizou no passado dia 7 de Agoosto de 2009 e da qual eu quero destacar esta parte:

«C ÂMA R A MU N I C I P A L D O S A B U G A L

ACTA N. º 17/2009

REUNIÃO ORDINÁRIA DO DIA 7 DE AGOSTO DE 2009

PRESIDENTE:

Manuel Rito Alves

VEREADORES:

Manuel Fonseca Corte

Luís Manuel Nunes Sanches

António dos Santos Robalo

Rui Manuel Monteiro Nunes

FALTARAM POR MOTIVO JUSTIFICADO:

Ernesto Cunha

José Santo Freire

ANTES DA ORDEM DO DIA

_ Relativamente à aquisição de terrenos para construção de Residências Assistidas “ Ofélia Club” na Freguesia de Malcata, o Presidente da Câmara tomou a palavra para propor a revogação da deliberação tomada em reunião de 23/01/09 e a aquisição dos terrenos identificados na relação que se transcreve, e pelos valores aí referidos.

Id

Id Proprietário Valor da Aquisição

1 José dos Santos Lourenço das Portas 14519€

2 Amândio Lourenço das Portas 5886,8

3 Amândio Lourenço das Portas 2318,2

4 Fábrica da Igreja 36710,3

5 José Manuel Nabais 19700,6

7 Armando Nabais da Cruz 4479,25

8 Virgílio Cardoso 2111

9 Joaquim António Fernandes 1736,6

10 António Manuel dos Santos 1491,6

11 Manuel José Afonsinho 911,8

12 Albina Antunes 764,9

13 António Augusto Varandas 1312,4

15 António Manuel dos Santos 927,9

18 Idalina Nunes 1017,6

19 Rosalina Nabais Cacheiro 1159,8

20 António Joaquim Corceiro 1161,6

22 Angélica Gonçalves 4074,1

23 José Augusto Apolinário 7502,9

24 João Augusto Afonso e Herd. 19457,3

25 Joaquim Augusto Nabais da Cruz 3083,1

26 Prazeres Antunes 2890,1

27 José Augusto Apolinário 646,35

28 Aníbal Nabais Ferreira 3876,9

29 António Manuel Santos 1200,5

30 António Fernando Rato Herd. e Outros 11100,4

31 António José Baptista 6206,66

32 Domingos Varandas 850,72

33 Manuel Fernandes Varandas 2974,3

34 José Augusto Lourenço Pires 3553,5

35 José Augusto Corceiro 2765,9

36 Dalia Maria Gravanço Corceiro4162,8

38 Manuel Afonso 1193,9

39 Rosa Antunes Lorinha 992,0

40 Manuel Augusto Fernandes 2341,2

41 Domingos Antunes Corceiro 4327,7

42 Domingos Antunes Maio 1530,7

43 Filomena Nabais Apolinário Figueiredo 1111,7

45 José Fernandes Chamusca 4220,4

46 Carlos Marques Afonso 1713,6

47 Francisco Robalo Antunes 758,3

49 Carlos Marques Afonso 11256,8

51 Maria Adelaide Nunes 4588

52 Celestino Nunes Marques 4779,7

54 Armamando Nabais da Cruz 5870,7

55 Joaquim Augusto da Ana 4745,5

56 António Manuel Varandas 5304,9

57 José Afonsinho 3974,5

58 António Manuel Varandas 12895,3

59 Fernando Apolinário 2728,7

60 Zeferino Fernandes Bico 2698

61 Maria Rosa Nabais 732,7

62 Joaquim António Nabais da Cruz 1083,7

63 João Dinis da Cruz 518,2

64 Manuel Antunes Varandas 1269,2

65 José António Lourenço 1751,1

66 António Manuel Varandas 28284,9

68 José Manuel Nabais 26725,7

69 Manuel Augusto Nabais da Cruz e Herd. 2730

70 Manuel Fernandes Varandas 4141

71 Joaquim António Cardoso 2270,8

72 António Joaquim Fernandes 2601,7

73 Joaquim António Cardoso 838,1

75 José Augusto Martins 2514,6

76 Domingos Antunes Maio 548,3

77 Filomena Nabais Apolinário Figueiredo 926,0

78 António Manuel dos Santos 2363,9

79 António José Baptista 5255

81 Joaquim Augusto da Ana 2459,1

82 Joaquim Augusto Martins 1335,5

83 Herminio Afonso 4720,2

84 Manuel Pires e Herd. 1876,1

85 Maria de Lurdes Nabais 879,9

86 António Manuel Varandas 7948,3

87 Joaquim Ramos Afonso 17351,5

88 António Augusto Fernando Rato 2365

89 Luis Vaz Moita 885

92 Fernando Apolinário 959,1

93 Rosa Amália Antunes e Herd. 1494,8

94 António Augusto dos Santos 1330,8

95 Henrique Jacinto 1801,7

96 Ismael Varandas 2936,9

97 Joaquim Manuel Gonçalves Chamusco 10226,6

98 Dulce de Jesus Antunes 5648,1

99 Manuel Joaquim Lourenço Reis 3593,2

134 António Augusto Nabais 786,0

135 António Augusto Nabais 6940,3

136 Manuel Afonso 2908,3

137 José Martins Varandas 10294,6

138 Proprietários não Identificados 8545,6

Total da aquisição 414..928,61

_ Foi ainda deliberado celebrar contrato de promessa de compra e venda com tradição ou posse, com os proprietários que ainda não tivessem os terrenos registados em seu nome, pagando 70% da totalidade da despesa inerente, ficando os proprietários com a responsabilidade de regularizar a situação, no prazo de 1 ano. Ficou ainda esclarecido que se o investimento se não concretizar, da indemnização que a Câmara receber (valor em dobro), 50% desse valor será distribuído por todos os proprietários dos terrenos vendidos, sendo que os terrenos ficarão sempre propriedade da Câmara. ---»



O meu comentário:

(Ena Pá! Olha, o meu nome não está na lista. Contudo, interesso-me pelo assunto e vou falar dele.

Será que todos os proprietários dos terrenos sabem o que quer dizer a frase "se o investimento se não concretizar, da indemnização que a Câmara receber(valor em dobro), 50% desse valor será distribuido por todos os proprietários dos terrenos vendidos, sendo que os terrenos ficarão sempre propriedade da Câmara"? Ou seja: os proprietários vendem as terras porque lhes prometem um investimento grandioso para a aldeia, que será bom para o futuro dos seus descendentes, pois, um hospital não é coisa que se deixe fugir para outros lugares. Vá lá, facilitem lá a vida aos senhores que escolheram esta terra para construir...não sejam egoístas e com esta venda ainda ganham algum dinheiro...e eu pergunto: porque razão, caso não se construa o dito hospital, porque raio é que os terrenos ficarão sempre propriedade da Câmara?

Sei que estamos em campanhas eleitorais e os candidatos e candidatas andam numa roda viva com o esmiuçar das ideias e dos programas. A mim o que me interessa é que estes negócios sejam transparentes e que não restem dúvidas quanto à sua concretização. Os malcatenhos já sofreram muito com a perda dos terrenos engolidos pela barragem. Os melhores e os mais férteis campos estão agora cobertos pelas águas da albufeira. Com a construção do Ofélia Club em Malcata, a aldeia vai ficar sem mais um bom pedaço de terras agrícolas. Portanto, é bom que as pessoas que disseram e que em Agosto se apresentaram na Câmara Municipal do Sabugal a dar a cara e a afirmar que o Ofélia se vai construir que mostrem obra, sim, porque as palavras começam a não ser ditas por"pessoas de palavra".

Na mesma Reunião foi deliberado o seguinte:

JUNTAS DE FREGUESIA

DELEGAÇÃO DE COMPETÊNCIAS

-Deliberado, por unanimidade, celebrar com a Junta de Freguesia de Malcata, um protocolo de colaboração para a Obras de Alteração de uma Cobertura”, com fundamento na delegação de competências oportunamente formalizada, sendo da responsabilidade da Câmara o encargo financeiro, no montante de 1.800,00€ acrescido de IVA à taxa legal em vigor, bem como a fiscalização dos trabalhos. -----------------------------------------------------------------------------------------

Up’s! Não entendo esta deliberação. Alteração de uma cobertura? Mas que cobertura se trata? Até quero saber como é que se fiscaliza uma obra assim!! Ou este texto da transcrição da acta não está todo ou então andam a dormir nas reuniões e decidem meter-se em 1.800€ de despesas acrescidos de Iva para a freguesia de Malcata alterar uma cobertura de...uma cobertura!