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08/01/2026

E PORQUE NÃO?

 

Calendário das reuniões da CMS-2026

 A censura sempre foi uma prática normal nas ditaduras e a imposição do silêncio só serve para impedir a voz dos que ousam questionar, ouvir respostas e esclarecer dúvidas.
 Lutar pela liberdade de expressão, liberdade de opinião, querer saber para poder analisar, reflectir e dar o parecer sobre os assuntos que estão a ser discutidos, avaliados e votados, faz-se com o recurso e a possibilidade de acesso e utilização de diversas ferramentas para efectuar a recolha de toda a informação importante e necessária.
 No recente dia 7 de Janeiro houve uma reunião pública na Câmara Municipal. Fui ver a página do Município do Sabugal, na rede Facebook, mão encontrei informação sobre o que lá foi tratado, foi mais uma reunião que já é passado e do que lá foi dito, discutido, aprovado ou reprovado, vou ter de aguardar uns dois ou três meses até que a acta desta dira reunião esteja disponível na internet e então ficar informado sobre o que de mais importante se falou. É normal para a Câmara do Sabugal tanta demora na publicação destes documentos na internet, dizem que é necessário tempo para transcrever o que lá se fala e portanto, isso demora, leva algum tempo e entretanto, o povo e os vereadores só têm de esperar, ou então esquecer essa leitura e continuar a vida normal. Estamos em Janeiro de 2026, pois desde 12 de Novembro de 2025, até ontem, 7 de Janeiro de 2026, não foi divulgada qualquer acta das reuniões da Câmara.
 Hoje, o que me traz aqui a falar das actas e das reuniões de Câmara, de Juntas, de associações, etc., foi um vídeo que foi um pequeno vídeo que vi agora nas redes sociais. Confesso que não me surpreende ou causa espanto de tudo aquilo que o senhor Francisco diz me causa espanto. São dois minutos de imagem e som, sem risos ou ruídos exteriores. Tudo o que está dito é
claro, líquido e é assim que devem trabalhar os políticos, por mais que sejam inconvenientes e incómodos. E isto não é por ser este senhor ou este partido a fazer o que faz, nem eu tenho ligações ou filiação partidária ao CHEGA, mas reconheço e dou razão ao senhor vereador. É o trabalho dele e os compromissos que assumiu cumprir durante o seu mandato.
 A democracia e a liberdade é para ser real e verdadeira.
 Compete aos políticos e às oposições políticas, perguntar, exigir, escutar e escrever o que se passa nas reuniões da Câmara Municipal, para melhor exercício da sua função de vereador, de presidente…de cidadania. E por mais que incomode a gravação das reuniões, porque a liberdade é o pilar da democracia, porque não cumprir as regras? 

Ver o vídeo:
https://www.facebook.com/francisco.moraisbarros


08/11/2025

QUEM TEM BURRO E ANDA A PÉ...

   


Será que tudo o que não se publica não existe?

   
E tudo o que se publica existiu como publicado?

Sede de Freguesia de Malcata




   É que as pessoas precisam de saber se o que se publica/anuncia na nossa aldeia acontece mesmo conforme o que foi publicado ou anunciado. O exemplo (mau por sinal) da forma de comunicar da Freguesia de Malcata continua a não funcionar como todos esperaríamos, com afixação de papeis nas vitrines que existem, pelo aviso no fim da missa ou celebração da Palavra e já que estamos na era da internet, nas páginas oficiais da Freguesia. Mas todo este trabalho e dedicação não serve para nada se depois da publicação/informação/aviso/edital ou lá o que lhe quiserem chamar, porque não informam mais nada, não transmitem o que aconteceu e se aconteceu. 
   As fotos que enchem as páginas da Freguesia é só dos eventos e acontecimentos que interessa e são quase sempre partilhas de eventos já realizados e muitos deles divulgados pelo município ou outras entidades.
   Este é um caminho que não nos leva a lado nenhum.
   Em democracia há regras e protocolos que devem ser seguidos pelos políticos. Ao fim de quase 50 anos de democracia, das primeiras eleições livres de 1976, é tempo mais que suficiente para que a Junta de Freguesia de Malcata, sem esperar pedidos de ninguém, ou prestar um favor, trazer para a internet as informações e as notícias mais importantes sobre a sua actividade autárquica. Não se compreende a fuga e a reserva que é praticada pela junta da freguesia. E este terceiro mandato que está agora a começar, tinham tudo para começar bem. Há experiência, adquiriram competências e continuam a afirmar que exercem o poder com paixão. E com esta carga de positivismo levou-me a acreditar que agora tudo ia ser diferente e melhor. Mas não foi isso o que fizeram e este início do caminho do 3º mandato, optaram por continuar a caminhar sozinhos, sem companhia e sem dar a saber por onde vão e para onde. E o que mais me espanta é que os malcatenhos não se indignam, não se mostram descontentes, dormem e acordam e vivem completamente alheados da vida comunitária. Vejam só isto, estamos a 8 de Novembro, as eleições decorreram a 12 de Outubro e até hoje, quem vive longe da aldeia, só sabe que ganharam as mesmas pessoas e que vão estar na junta de freguesia até 2029.
   Todos sabem quem é o presidente, é verdade. O que se espera da Junta de Freguesia é que caminhe às claras e não faça truques nem percorra atalhos. A democracia é feita de regras, de respeito e decência. Trabalhem com todas as ferramentas que têm ao dispor e façam prova do vosso compromisso, da vossa competência, experiência adquirida em tantos anos de autarcas. Mostrem e façam crescer a paixão por Malcata.

10/10/2025

SABUGAL: NÃO SOMOS DAÍ NEM SOMOS DE CÁ

 



Sobre o artigo do Sr. António Luís Serra, figura muito conhecida por muitos sabugalenses:

"Sr. António Serra, o “SER de CÁ” não é um programa de governo
António Luís Serra, conhecido militante do PSD, brindou-nos com um artigo onde defende, com notável entusiasmo, a continuidade do atual Presidente da Câmara. Fá-lo, segundo diz, por este ser um bom gestor, conhecer as pessoas e o concelho, e — argumento central da sua prosa — por não ser um forasteiro, mas sim “um de cá”.
Ora, convém começar por esclarecer que o simples facto de alguém “ser de cá” não confere automaticamente um selo de competência, nem substitui a avaliação objetiva da sua obra ou da sua capacidade de liderança. A gestão autárquica mede-se por resultados, por visão estratégica, por políticas que melhorem a vida das pessoas — não por laços de vizinhança ou afinidades locais.
O artigo é revelador de uma certa forma de fazer política que já vai sendo velha: a que confunde lealdade partidária com mérito, e proximidade pessoal com competência. Em momento algum apresenta dados concretos, projetos estruturantes, ou resultados verificáveis que sustentem a sua apologia. O único argumento que sobra é o da origem — como se o lugar de nascimento bastasse para legitimar a governação.
Mas talvez o entusiasmo do autor se explique melhor se recordarmos o seu próprio percurso politico. O Sr. António sempre beneficiou da generosidade do PSD em matéria de nomeações e lugares. Foi membro do Conselho de Administração da ULS da Guarda, nomeado pelo PSD, e desempenhou funções na Assembleia Municipal, igualmente por via da lista PSD.
Durante o mandato que agora terminou, abandonou em divergência com o atual Presidente da Assembleia Municipal — divergência essa que muitos compreenderam, pois as críticas à forma como essa presidência tem conduzido os trabalhos são conhecidas. No entanto, antes de se retirar, o Sr. António deixou bem visível a sua ideia particular de democracia: por ele, a liberdade de expressão de quem pensa diferente seria facilmente silenciada.
E é este mesmo senhor que agora vem a público defender o seu “líder”, denunciando o seu dever de retribuir o muito que recebeu. Um gesto de lealdade pessoal? Sem dúvida. Mas também um exemplo claro do velho “toma lá, dá cá” que tem marcado demasiado o poder local: apoia-se quem nomeia, louva-se quem promove, protege-se quem mantém o círculo fechado.
O concelho não precisa de quem diga “é de cá, portanto é bom”. Precisa de quem pergunte “o que fez?”, “o que propõe?”, “que resultados concretos apresenta?”. A política local exige transparência, competência e serviço público — não fidelidades partidárias nem gratidões pessoais.
A democracia não se esgota nos agradecimentos entre camaradas; vive da exigência dos cidadãos, do debate livre e do escrutínio. E, nesse campo, o Sr. António teria feito melhor em apresentar argumentos, em vez de currículos de amizade".
Sabugal 10 de outubro de 2025
José Escada Copiado daqui: https://www.facebook.com/profile.php?id=100008481252859&locale=pt_PT
Epístola do Dr. Serra aos seguidores do Sr. VP
Só tenho a dizer-vos, caros conterrâneos malcatenhos, que o poeta António Aleixo disse mais verdades que o senhor Dr. Serra, António e Luís... tenham isto em conta no domingo próximo. José Nunes Martins

07/10/2025

EM MALCATA O SILÊNCIO TEM FALADO PELO CANDIDATO

 

  Isto é único, merece ser notícia. Não finjam que não se passa nada: os eleitores ao votarem para a Assembleia de Freguesia de Malcata, são cúmplices do que possa acontecer nos próximos quatro anos.    Nada adianta tapar o sol com a peneira, ou a máquina do PSD fazer de conta que está tudo bem, ou as pessoas dizerem que esses assuntos não lhes dizem respeito.
 Sabem qual é o problema em Malcata?
 Faltam pessoas que saibam escrever! 
 Não perceberam?
 Eu passo a explicar:
 Lá escrever, os malcatenhos sabem; o que muitos não sabem
é escrever aquilo que deve ser escrito. 
 Isto de escrever exige pensar e muita gentinha não está disposta a isso.

 Malcata é de todos.
 Liderar uma Junta de Freguesia é cuidar, zelar, respeitar, informar, publicar e informar, utilizando todas as ferramentas  de forma a levar a mensagem a todos.
 Será que eu estou errado? Eu só procuro conhecer as propostas que a lista do PSD apresenta para governar a freguesia nos próximos quatro anos! 
  A ausência de propostas não tem justificação.  Volto a dizer que, no meu entender, estar na junta de freguesia é estar a prestar um serviço público. Não é um emprego ou profissão, não é suplemento de reforma e não deve servir para passar as horas livres ou nos dias em que sentem a obrigação de manter a porta aberta da sede da junta. Quando as pessoas se apegam a um cargo numa autarquia, ou noutra instituição, só porque estão acostumados, estão mais que habituados e já têm aquela rotina de tantos anos, mantêm-se só por não quererem dizer “não”, se for só por isto, então vai ser um bico d'Obra essas pessoas sair de lá. É também por isto que as instituições estagnam ou a freguesia está como está!
 Sabem que mais, já começo a ficar farto ! 
 Eu confesso que também me engano, também tropeço e vou com os joelhos ao chão. Nem sempre tenho razão e nem é para mostrar que venci que me expresso com frequência. Também reconheço que a sabedoria e a inteligência são características que todos temos, mesmo que em quantidades diferentes. 
 Eu já não tenho pachorra para tanto desmazelo, principalmente quando estão em causa as pessoas que tanto desejam viver em democracia. 
 Agora que se candidatam ao terceiro mandato, é normal que as pessoas sintam alguma ansiedade por saber as ideias que vão guiar a sua terra nos próximos anos. E sendo este o último mandato, é de esperar que o candidato deixe um legado claro e transparente. E dar a conhecer o programa, mesmo aos naturais da terra e que estão distantes, a próxima junta de freguesia tem a responsabilidade de manter boas e sadias relações com todos os malcatenhos, de todas as idades e orientações políticas. O que esta próxima junta de freguesia vai querer construir ou deixar para trás, vai definir o futuro de Malcata.
 E, meus queridos membros da próxima junta de freguesia, continuidade não é sinónimo de silêncio. 
 Digam aos quatro ventos qual é o vosso plano para os próximos quatro anos. Enviem-me através de comentário, para o e-mail que já conhecem, publiquem no jornal ou paguem um anúncio na TVSenhora da Hora, ou Conta Lá... mas façam o que deve ser feito. 
                                    
                                                           José Nunes Martins






05/10/2025

VOTAR EM MALCATA COM CONSCIÊNCIA

                                                                     VOTO CONSCIENTE ?
                                      OU
                                       VOTO POR OBRIGAÇÃO?


  As eleições estão cada vez mais próximas.
 Eu, eleitor na freguesia onde resido desde 1986, não me parece fácil decidir.
 Os eleitores que vão votar na freguesia de Malcata, a terra onde nasci, têm a tarefa mais facilitada. Será mesmo fácil?
 Pois, quando se sabe que para a Junta de Freguesia só avançou uma candidatura, os eleitores têm o trabalho feito e nem precisam de dar voltas à mioleira para que se decidam.
 Ora se assim vai ser, o que vão fazer aos outros boletins de voto? É quase garantido que o presidente da aldeia e todos os outros que o acompanham, só não ganham se todos os eleitores não votarem para a Assembleia de Freguesia. Ora como esse cenário é difícil de vir a acontecer, o que importa são as outras duas eleições a decorrer em simultâneo, votar para o presidente da Câmara e para a Assembleia Municipal.
 Nada em Malcata, se passa como nas outras freguesias.
 O PSD desde 2005 que aposta na mesma árvore genealógica. Apesar
de vivermos numa democracia desde 1976, na aldeia em que tudo é normal, o PSD tem sido incapaz de alargar a rede para aumentar a qualidade e a diversidade dos peixes que ao longo destes anos se habituaram à vida nesta terra com água por todo o lado.
 Em Malcata as pessoas têm consciência dos anos que já passaram desde 2005?
 Os anos são fáceis de contar. Também é fácil contar os presidentes que ocuparam o lugar de “presidente de junta”. São pessoas conhecidas de todos os que vivem na aldeia, dos que vivem e trabalham fora, também muitos dos que já não estão entre nós, conviveram e conheciam os presidentes da junta.
 
 O povo usa os ditados populares para através deles expressar ideias, pensamentos, fazer profecias, etc… e muitas vezes para elogiar uma pessoa, ou a habilidade que demonstra na sua profissão ou noutras áreas da vida, costumam dizer que
“filho de peixe, sabe nadar”. Será que podemos catalogar os políticos com esta frase popular e afirmar que “filho de presidente, também sabe ser presidente”?
 Estamos a “anos-luz” da democracia fina e transparente, participativa, inclusiva e agregadora. Os protagonistas que deviam reflectir, organizar e entusiasmar os cidadãos a fazer parte activa da democracia, aguardam o dia das eleições e no dia a seguir, sorriem para os que na véspera lhes esfregaram as costas ou respeitosamente acenaram com a cabeça.
 E então porque querem ser presidentes?
 Que vão fazer?
 Alguém sabe ou todos na terra sabem e só eu não?
 Estou mortinho que alguma cabra ou ovelha tresmalhada me faça chegar o programa eleitoral do PSD para a Freguesia de Malcata.
 Não, não é para pensar ou criticar. É o mínimo que qualquer candidato a uma Junta de Freguesia deve fazer antes do dia 12 de Outubro de 2025. Como não é fácil para mim, estou a pedir que alguém me envie ou através dos comentários, quais são as boas intenções da boa gente que, com muito sacrifício e amor à causa,
se apresenta como merecedor à liderança administrativa da aldeia onde eu nasci. Isto só e porque me interesso pela política, pela democracia, pela cidadania, preso a liberdade de pensamento e defendo muito a participação das pessoas em tudo o que se relacione com as gentes da minha genealogia familiar e malcatenha. Aguardo por alguma informação.

José Nunes Martins
   

 

23/08/2025

MALCATA : O QUE VAI SER O VOSSO FUTURO?

 


    As listas concorrentes às Eleições Autárquicas de 2025 já são conhecidas. O prazo para a entrega das mesmas, terminou no passado dia 18 de Agosto e estiveram afixadas no Tribunal do Sabugal e também já é conhecida a ordem das listas no Boletim de Voto. Até ao dia 1 de Setembro, é tempo para fazer rectificações e depois de aceites pelo juiz, serão novamente afixadas no Tribunal, havendo ainda tempo para fazer recursos, se isso for necessário!
   Até ao dia 9 de Outubro (48 horas antes da data das eleições) podem desistir das eleições.
   A estas eleições autárquicas, vão concorrer:
   308 Municípios, 3.259 Assembleias de Freguesia (mais 167 do que em 2021).
   A Campanha Eleitoral decorre de 30 de Setembro e até 10 de Outubro.
                                                        
    O que se sabe, é que o actual presidente da Junta de Freguesia se recandidata a mais um mandato, por sinal o terceiro.
   As pessoas que integram a lista liderada pelo senhor João Vítor Nunes Fernandes,
espero bem, que o façam com sentido de trabalhar e colaborar para o bem da nossa comunidade. Desconheço os critérios da escolha das pessoas e o programa proposto.
   Infelizmente, continuam a fazer o que sempre têm feito, o eleitorado da freguesia, pelo caminho que estão a ir os preparativos, não vão poder saber que caminho e projectos se prometem para os próximos quatro anos. É assim em Malcata e, provavelmente noutras terras vizinhas.
   A realidade é assim e só espero que das eleições saia uma lista de gente com vontade de unir, de aproximar e reconciliar todo o povo. Não é fácil unir e restabelecer a identidade da nossa aldeia, mas é um dever de todos e em especial dos que se agarram ao poder local.
   Eu, como natural de Malcata, não sou a favor de candidaturas/listas de um só
partido político. E caso se confirme a Lista Única, como aconteceu em 2021, eu
acho que a democracia está morta na nossa terra. Tanta gente capaz, com ideias e projectos, com sonhos e desejos…vão ficar mais quatro anos escondidos?
   Para já, como não conheço mais pormenores, vou aguardar pelo programa da lista que vai apresentar-se às próximas eleições autárquicas para a Assembleia de
Freguesia de Malcata.

                                                              José Nunes Martins

06/04/2024

MALCATA ANTES DE ABRIL DE 1974

Merece uma visita.

 


   Este mês comemoramos 50 anos da Revolução de Abril que tem marcado a História dos portugueses quer vivam no país ou fora. É uma celebração da libertação do nosso país de um regime ditatorial para uma democracia participativa. Estes anos que passaram muitos de nós ainda têm dificuldade em compreender o que aconteceu e alguns ainda têm saudades dos tempos da “outra senhora”, principalmente do professor Marcelo Cetano.
   Quem se lembra como era a nossa freguesia de Malcata antes do 25 de Abril de 1974?
   Imaginem que são realizadores de cinema e a Junta de Freguesia escolheu-vos para escreverem uma redacção com o título:
“Como era a minha aldeia até 25 de Abril de 1974?”
   Algum de vós aceita o desafio de relatar a vida nas aldeias portuguesas, como viviam, como eram as casas, as ruas, o medo das autoridades, o que podiam fazer e o que o Estado proibia…a alimentação, o vestuário, a educação, a escola primária…a emigração,
as guerras nas Províncias Ultramarinas, etc…e terminar a redação com as mudanças que o 25 de Abril trouxe à nossa terra nestes 50 anos.

12/12/2023

ÚLTIMA SESSÃO DA ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DE MALCATA

                      DIA 18 DE DEZEMBRO DE 2023, ÀS 20:00 NA JUNTA DE FREGUESIA

   Está anunciada a próxima reunião da Assembleia de Freguesia de Malcata. No cumprimento da Lei 75/2013 convocou-se a sessão da Assembleia de Freguesia para o próximo dia 18 de Dezembro, às 20h
na sede da Junta de Freguesia de Malcata. 
   Como podemos ler no edital divulgado, vai ser uma reunião bastante interessante, pelo menos em dois pontos da Ordem de Trabalhos. Na Ordem do Dia o ponto nº2 é a apresentação do Plano e Orçamento da Freguesia para o ano de 2024, documento que deve estar votado e aprovado este ano. Saber quais são as ideias e planos que a Junta de Freguesia deseja levar a cabo durante o próximo ano, claro que tudo tem um preço e é importante sabermos com que dinheiro a Freguesia pode contar para investir e gastar. 
   Vamos depois para a análise do ponto 3 que, verdade se diga, surpreende pelo tema que se vai discutir e votar. A toponímia da nossa aldeia foi um dos temas que eu este ano insisti falar neste espaço da internet. Fico contente por ser a toponímia da nossa aldeia levada a discussão na Assembleia de Freguesia, O ponto três da Ordem de Trabalho refere diz-nos que parece que vai haver alterações na toponímia da aldeia. Neste momento não tenho qualquer informação sobre o que vai ser ou não alterado na toponímia, um assunto que é referente às placas dos nomes das ruas e lugares, identificação de monumentos, informação de serviços e lugares. Portanto este tema é imenso e gostava que até ao dia 18 de Dezembro, antes da realização da dita reunião onde se vai discutir o assunto, a Junta de Freguesia pusesse  à disposição dos cidadãos  residentes e não residentes (malcatenhos) aquilo que se vai apresentar, discutir e aprovar. 
   Sabemos todos que a participação do povo nestas reuniões é quase nenhuma,;
   considerando a importância do ponto nº1 e 3 para toda a freguesia e cidadãos em geral;
   vivendo os malcatenhos espalhados por todo o mundo e ligados à terra, venho sugerir à Junta de Freguesia de Malcata que trabalhe na promoção desta reunião tão importante, chame à sede da Junta de Freguesia, a casa da democracia desse local, todos os que nele habitam e trabalham e divulgue pela internet as suas intenções e planos futuros.
   Por Malcata, Naturalmente!
                                                           José Nunes Martins








   Estas imagens trazem uma coisa em comum. Observem-nas e digam alguma coisa!

30/08/2023

LÁ VAMOS ANDANDO COM A CABEÇA ENTRE AS ORELHAS

 

O importante é um lugar na mesa, não venham pedir
para sentar numa cadeira da Assembleia de Freguesia.

   Na nossa freguesia de vez em quando sente-se algum burburinho sobre algumas situações, obras à vista de todos, desleixos e por causa disso, há certas coisas que se alteram.
   Todos sabem que vai haver sempre pessoas revoltadas por situações que vão acontecendo, umas a favor e outras contra. E isso pode ser por dar a cara e toda a gente fica a saber a sua opinião, mesmo que seja contrária à maioria. Pela minha experiência,
continuamos a pregar no deserto. As opiniões só contam quando vêm dos amigos. Quanto aos outros, como estão fora, continuarão a “chover no molhado” porque a maioria dos habitantes está-se nas tintas e a borrifar para essas merdinhas.
   Por muita razão que haja, aqueles que publicamente dizem o que pensam, ficam a fazer parte da lista negra, passam a fazer parte das ovelhas negras, sempre os mesmos. E claro que quando isso se repete, acaba por desmotivar e transformam-se em “Maria que vai para onde as outras também vão e deixam de ser ovelhas ranhosas.
   Em Malcata ainda há alguns bons exemplos e são a réstia de esperança que me leva a não parar. Não falta gente a viver a sua vidinha, com todo o direito a viver sem se incomodar com os problemas da aldeia. E esta maneira de ver as coisas, faz-me recordar um médico pediatra que acompanhou as minhas filhas durante uns anos. O doutor entrava mudo no consultório e saía calado…era preciso fazer-lhe perguntas para sabermos mais sobre o estado das crianças.
   E é isto que acontece na nossa aldeia, havendo pouco a fazer contra quem silencia e faz caixinha de segredo. Quanto menos perguntas, menos há que explicar e afinal as maiorias absolutas legitimam as decisões que são tomadas e as que não são. Há quem
diga que é a democracia a funcionar e quem manda pode, quem está fora, racha lenha!
   Que importância tem não colocar a bandeira na sede da Junta de Freguesia? Ninguém se importa que lá não esteja! Para que serve uma piscina estragada e sem licença? No estado em que estava, o melhor é fazê-la desaparecer e quem quiser divertir-se dentro de água, basta dar uns mergulhos mais à frente. As crianças que chateiem os avós ou os pais para uns chapadolas na água. E se não estiver lá, acabam-se as chatices com os fiscais; não é preciso arranjar as escaleras da zona de lazer, quem quer ir à praia fluvial tem a outra rua; e qual é o mal em chamar Zona de Lazer em vez de Praia Fluvial? ;  que mal faz o homem pôr a porra do cartaz do café na torre do relógio? Os outros que pusessem também e pronto! Olha que o muro ali até fica bem, vamos ir à fonte e temos onde esperar a nossa vez, mas sentados! Ah, mas aquele rego ali, quando chover muito, no Inverno aquilo ali vai ganhar gelo e alguém vai partir uma perna;  também implicar com uma coisa de nada, um alto daqueles qualquer um passa e vai à sua vida e assim facilita a vida a quem mora nessas casas e quer entrar com o carro sem bater no chão…o mal já está feito, agora deixem ficar assim, a mim não me chateia; olha as cabras que venham quando eles quiserem, podes crer que não fui ainda ver o bardo novo e o que me disseram é que é grande, as cabras vão ter franqueza, dizem que não há pastores, não sei como se vão safar quando lá tiverem as cabras... ele que se amanhem como puderem!
   Rabugento, eu? Não senhor. 
   Falo pelos que não falam e queixo-me pelos que vivem na nossa terra, principalmente os idosos que há muito andam com a cabeça entre as orelhas, alguns ainda não sabem escrever, nem uma cruz no boletim e vão pedir ajuda a quem não devia dar.
   Sendo o mundo assim, anda tudo como dantes e tá-se bem!
                                                               José Nunes Martins
  

  

04/07/2022

ELES SABEM O QUE FAZEM, MAS O POVO NÃO!

 


   Uma junta de freguesia que trabalha com transparência em tudo o que faz, divulga e dá a conhecer o que anda a fazer.  Ora bem, o historial da nossa junta de freguesia é precisamente esconder o máximo de informação, mesmo quando se trata de assuntos do interesse dos malcatenhos.
   Quantas actas das reuniões da junta de freguesia estão publicadas na página oficial da freguesia de Malcata na internet?
   Alguma vez o executivo publicou informação sobre as obras que vai fazer?
   Já informou alguma vez o ponto da situação da obra da construção das instalações para as cabras sapadoras?
   A resposta é “não” a todas estas perguntas. Este estado de coisas é revelador da falta de transparência que reina na junta de freguesia. Por muito que se pergunte, ninguém dá qualquer explicação. Em Malcata, a democracia fica terminada no dia seguinte às eleições. Será que os malcatenhos não podem saber o que é discutido e decidido nas reuniões da junta?
   E o que se passa com a junta de freguesia, para nossa desilusão, também se passa com as reuniões da Assembleia de Freguesia.
   Mas alguém em Malcata ou noutro canto deste planeta se preocupa com merdices destas? Gostam de viver numa aldeia que é governada como se de uma república das bananas se tratasse. Na nossa terra, quem tem um olho, é rei e senhor dos seus súbditos.
   Continuem assim a “dormir na forma” e a bater palmadinhas, mas depois não se queixem ou me enviem mensagens a pedir socorro. Já me bastou o caso da antena dos telemóveis!

15/10/2021

FREGUESIA DE MALCATA: OPOSIÇÃO PRECISA-SE!

 


  A vitória do PSD/PP na freguesia de Malcata era mais que esperada porque era a única força política que se tinha apresentado para a Assembleia de Freguesia. Toda a freguesia sabia quem ia ganhar, quando assim acontece, não há como mudar o sentido do voto. Talvez por ser conhecido antecipadamente o vencedor, a campanha eleitoral não passou de casa em casa, também não foi necessário tocar a reunir o maior número de eleitores,
não fossem as candidaturas à Câmara Municipal e Assembleia Municipal entrarem pelas ruas da nossa aldeia em caravana automóvel e teria sido um vazio eleitoral.
   Mais uma vez a história repete-se e a nossa freguesia devia ser um caso de estudo político, pois nem é preciso fazer campanha, apresentar um programa de trabalho para quatro anos, basta uma folha com o nome e fotografia dos candidatos. Bem, é a democracia que se respira na nossa terra. O vencedor nada fez para vencer, mas perante a ausência de alternativas, o povo limitou-se a votar no único candidato e que já em 2017 tinha sido atirado à água, cheia de crocodilos, que o fizeram nadar até 2021, pois não tinha como voltar atrás. Agora ganhou-lhe o gosto e o hábito de marcar presença nos dias em que a porta da sede da junta abre para atendimento geral, pode levantar o troféu durante mais quatro épocas, sem adversários que o possam incomodar.
   Foi dado um mal sinal nestas eleições autárquicas. Algo vai mal na nossa freguesia para que não tenha aparecido mais candidaturas à Junta de Freguesia. Que estamos a perder muitas pessoas é uma realidade e contra a morte ninguém vence. Se juntarmos a esta triste realidade, a juventude desinteressada pela política, os eleitores que só se lembram que o são, quando um candidato os mobiliza, os que votam porque “sempre assim foi”, “é o costume” ou contaram com ajuda, a situação é mesmo trágica.
   Desta vez, a oposição não apareceu. Eu pessoalmente, não sei as razões, se foi por demasiadas dificuldades na formação da lista, se essa dificuldade foi porque os malcatenhos estão satisfeitos com o trabalho feito de 2017 a 2021 e sentem-se embalados e convencidos que não há alternativas, pois não sei se tiveram medo das batalhas que teriam que vencer.
   A Assembleia de Freguesia foi empossada no dia 11 de Outubro. Para além do Edital que informava sobre este acto, não há qualquer informação visível no site da junta de freguesia. Situação a que já nos habituou durante quatro anos e parece ter continuidade, vamos continuar sem conhecer as decisões da Assembleia de Freguesia e da Junta de Freguesia. É que nem a força da lei os consegue obrigar a manter a página na internet actualizada e com informação útil e disponível ao cidadão.
   Quem se vai atrever a contrariar o “chefe”?
   Quem se ateve a pedir fiscalização do trabalho e das decisões?
   Lembram-se como foi imposto o cabeça de lista em 2017?
   É necessário alimentar a mente para não perdermos a memória. A democracia que vivem os residentes em Malcata está a transformar a nossa sociedade local e estamos a regressar ao tempo das famílias dominadoras, gente que exerce a sua influência e domínio com o pensamento único e certo.
   A oposição tem agora pela frente quatro anos de trabalho para reaparecer.
   E pode começar por saber a resposta a estas perguntas:
   Qual é a constituição da Assembleia de Freguesia?
   Qual é a composição da Mesa da Assembleia de Freguesia?

                                               José Nunes Martins
                                                     (Josnumar)

Propostas para 4 anos


24/08/2021

PARA GANHAR BASTA NÃO DESISTIR

 


   

  É difícil entender o estado de acomodação da gente das nossas aldeias. A maioria das pessoas que residem habitualmente nas aldeias do nosso concelho, facilmente se esquecem da herança daqueles que lhes precederam. E aqui não me refiro aquelas heranças dos prédios (terrenos e casas), mas às riquezas culturais, aquelas heranças que não se cultivam nos campos e guardam nas arcas de madeira.
  Estou cá com uma vontade de tocar os sinos e chamar o povo, os bons e os menos bons, os falsos e falsas, as beatas e os ateus.
  O que se passa no nosso concelho é desconhecido pela maioria das gentes. Uns por desinteresse e alheamento, outros porque têm a convicção que o assunto relacionado com a administração da “coisa pública” está entregue aos autarcas e são eles que sabem como resolver.
   Estamos a um mês das eleições autárquicas e ontem saiu nas redes sociais uma informação que me deixou preocupado e parece que o que aí vem, é  até assustador. Estou a referir-me à notícia que li e divulgava que em 15 das 30 freguesias do concelho do Sabugal, nestas eleições autárquicas de 2021, só se apresentou uma única lista. Dessas 15 freguesias, 10 são listas do PSD, 1 freguesia a única lista é do PS e 4 freguesias apresentaram-se só independentes. Tendo em conta que este grupo de 15 constituem 50% das pessoas que vão governar as juntas de freguesia e também a ser membros da Assembleia Municipal, qualquer leigo em questões políticas tira a mesma conclusão ou pelo manos há uma forte tendência para acontecer.
   Portanto, o cenário que temos no nosso concelho é este e não é nada bom. Algum de vós ficou chocado com esta situação? Isto assim como está, prova que as pessoas que vivem nestas freguesias raianas não se apercebem em que terra vivem. Quando se escolhe um rei fraco, os súbditos deixam-se fraquejar. E a verdade é que nas
democracias, para o bem e para o menos bem, a responsabilidade das escolhas dos líderes políticos está no voto das pessoas, do povo. 
   Como vai responder o povo ?
                                                            José Nunes Martins

29/08/2017

ONDE SE ESCONDEM OS CANDIDATOS?

                                                     Prometeu uma casa e cumpriu
  

   Na freguesia de Malcata não tem havido, no meu entender, e claro está, com o devido respeito, uma intervenção das pessoas e deveria ter havido. Desde 1976 até 2017 os presidentes foram sempre escolhidos pelas suas cores partidárias e de lado ficaram as competências e os projectos de candidatos bastante interventivos na vida da comunidade malcatenha. Malcata tem sido sempre freguesia do CDS ou do PPD/PSD, nunca o PS alcançou a cadeira do poder. E dos outros partidos, apesar de pelo menos numa das eleições, se ter candidatado uma pessoa muito determinada e reconhecida por todo o povo, só porque se apresentou nas listas da CDU, apanhou um balde de água fria lançado pelas mesmas gentes que antes o elogiavam e ainda hoje lhe dizem que é o melhor dos melhores, daria um bom presidente, mas noutra lista que não onde ele se candidatou. Isto já se passou há muitos anos atrás e eu ai
nda não o esqueci. Será que a cor política é o mais importante atributo para se ser presidente de Junta de Freguesia?
   A pouco mais de um mês das eleições ainda não se sente o aparecimento dos candidatos. Estas eleições são as mais difíceis e quem melhor campanha fizer de porta a porta, contactar directamente com as pessoas, e escute a voz do povo, lhes dê confiança e boas expectativas, lhes apresentem bons projectos e aqueles que tragam benefícios para toda a comunidade, mais perto estará da vitória.
  
A população de Malcata merece conhecer, e bem, não só o candidato a presidente de junta de freguesia, mas também a sua equipa. Pelas informações que tenho, este ano os candidatos partem mais ou menos do mesmo ponto da linha de partida da corrida pela cadeira do poder. Ambos os candidatos são malcatenhos e participam regularmente em actividades que se realizam na nossa aldeia, ambos conhecem a realidade da freguesia e querem o melhor para todos.
   Então que candidato escolher?
   Ora para que todos possam fazer a sua escolha é preciso conhecer os projectos e actividades concretas, quem são os elementos da equipa, o que os motiva a candidatarem-se ao lugar de presidente.
   É chegado o tempo de se apresentarem e cada um dizer ao que vem, para onde quer ir e como lá vai chegar.
   Eu sou malcatenho, não voto na freguesia de Malcata, voto na freguesia onde moro, mas não ficarei calado a promiscuidades, a ânsias da continuação do poder, a oportunistas e oportunismos.
   Há um tempo para tudo. E para algumas pessoas esse tempo esgotou-se, não volta atrás por muito que se deseje. Ser presidente de junta de freguesia exige muita responsabilidade política e as políticas devem servir para aproximar os cidadãos, estar ao serviço do bem comum e nunca como um meio para alcançar objectivos pessoais ou familiares, favorecer amigos, etc.
  

   Uma certeza já tenho para estas eleições: este ano Malcata vai ter a sorte de poder escolher uma mulher ou um homem para presidente. E deixo aqui o meu aplauso aos dois cidadãos que se apresentam a estas eleições.
                                                                                     
                                                                         
        José Martins

25/07/2013

MALCATA; ROGÉRIO OU VÍTOR ?

Sede da Junta de Freguesia de Malcata
   Já há dois candidatos à presidência da Junta de Freguesia de Malcata. Se o PS já tinha apresentado o seu escolhido, agora o PSD já fez também a sua escolha. Rogério da Silva Cruz veste a camisa do PS e Vítor Manuel Fernandes, actual presidente da Junta, é o nome escolhido pelo PSD.
   Depois da apresentação do candidato do PS a um grupo de amigos, é a vez do candidato do PSD dar a conhecer ao povo de Malcata que aceitou o convite endereçado pelo PSD, após esta força partidária ter aceite algumas exigências impostas, para benefício da freguesia. Isto deixou expresso Vítor Manuel Fernandes na entrevista que o jornal Cinco Quinas está a divulgar.
   Quem os acompanha nesta corrida para o lugar de Presidente da Junta de Freguesia ?
   Vamos aguardar.

   

29/03/2010

OS REFLEXOS DA INTERNET

A Junta de Freguesia de Malcata, mediante um acordo com um operador, continua a disponibilizar o serviço de internet sem fios gratuito para todos os habitantes e visitantes da aldeia. Para isso, foram instaladas antenas em locais estratégicos para repartir o sinal.
Até aqui, não disse nenhuma asneira, pois não? As antenas estão lá colocadas para todos verem. A da Torre do Relógio até demorou menos tempo, pois até ficou com uma estrela de natal ao lado que lhe dá um aspecto mais insólito e não interfere com a difusão do sinal. Mas fica lá tão mal !!!
Alguém está informado do acordo que a Junta de Freguesia celebrou com a empresa que instalou as antenas e faz a manutenção do serviço de internet? Já perguntei a algumas pessoas mas não recebi resposta. O que sei é que quando vou á aldeia, fico na casa dos meus pais que dista uns 100 metros da antena da Torre e "entrar" na net é mesmo difícil. Mas se me deslocar para outros sítios, por exemplo, junto ao castanheiro do Centro de Dia, tenho um sinal bem forte. Mas se sair daí e me sentar nas escadas da casa do Alberto ( situada a uns 50 metros do Centro de Dia ), nicles e net de grilo. Algum técnico sabedor me explica esta situação?
A Junta de Feguesia quer ou não quer disponibilizar a internet em condições de igualdade para toda a aldeia? Os nossos idosos têm a sorte de viver mesmo por baixo da antena. Oxalá eles aproveitem os momentos que lhes disponibilizam para ver e conversar via Web com familiares e amigos!!!
"Ah, se quiseres ter internet mais rápida tens de falar com fulano e comprares um router" disse-me alguém uma das vezes que tentei esclarecer a situação.
Afinal, o serviço é gratuito, mas há que comprar? Se há um serviço público fornecido pela Junta de Freguesia, uma entidade pública, sendo eu também filho dessa terra, tenho duas razões para saber o conteúdo dos acordos que efectuou. Já não vivemos num mundo fechado e hermético. Acredito que haja na aldeia gente que não se interesse minimamente por estas coisas e tudo o que as entidades públicas e religiosas fazem, é porque é bom para toda a aldeia e nem pensar em duvidar. Esses tempos já lá vão e o que sei é que uns disfrutam de serviço internet e outros não, mas vivem na mesma terra, só que em sítios diferentes.
PS: Vou aprender algumas coisas sobre redes wireless e talvez, quem sabe, enfrentar a concorrência!