Contam que numa pequena aldeia
havia um lavrador muito rico.
Ele propôs desafiar os moradores da aldeia
e o desafio era em
forma de mímica. Quem o vencesse ganharia um grande prémio em dinheiro.
Acontece que muitas pessoas apareceram para desafiá-lo e
ninguém o vencia.
Certo dia, um estudante universitário
foi passar o fim de
semana nesta aldeia,
soube do facto e resolveu desafiar o lavrador.
Desafio aceite, o lavrador mostrou-lhe um dedo.
O jovem estudante mostrou-lhe dois dedos.
O lavrador mostrou-lhe três dedos.
O jovem mostrou-lhe a mão fechada como se
fosse dar-lhe um
soco.
O lavrador ofereceu-lhe uma maçã.
O jovem recusou e mostrou-lhe um pão.
O lavrador abraçou-o e entregou-lhe o prémio.
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Ao perguntarem ao jovem como é que ele tinha conseguido
ganhar o desafio, ele respondeu:
- Foi a coisa mais banal do mundo.
Ele mostrou-me um dedo
como que a dizer-me
que iria furar o meu olho. Então mostrei-lhe dois dedos,
como a dizer-lhe que furaria os dois olhos dele.
Ele
mostrou-me três dedos, como quem iria arranhar-me a cara. Eu mostrei-lhe
um punho fechado,
mostrando que iria dar-lhe um soco na cara.
Então ele
ofereceu-me uma maçã,
como se estivesse a pedir desculpa.
Eu, porém,
mostrei-lhe o meu pão,
mostrando-lhe que não queria a maçã que ele me oferecia.
Ele abraçou-me e entregou-me o prémio!
As pessoas acharam isso tão absurdo, que decidiram perguntar
ao fazendeiro e ele então respondeu:
- Quando o jovem chegou eu mostrei-lhe um dedo,
dizendo com
isso que Deus era um só.
Ele mostrou-me dois dedos,
dizendo-me que Deus era Pai e Filho.
Eu então mostrei-lhe três dedos,
dizendo que Deus era Pai, Filho
e Espírito Santo.
Ele mostrou-me a mão fechada,
dizendo-me que Deus era os três
reunidos num só.
Então, eu mostrei-lhe a maçã
dizendo-lhe que por causa de um
fruto
o homem cometeu o pecado.
E ele ao mostrar-me o pão,
disse que Deus deu o seu próprio
corpo
para livrar-nos do pecado.
Logo, ele mereceu ganhar o prémio!
MORAL: CADA PESSOA ACREDITA
NA SUA VERDADE, NO QUE ENTENDE!!
