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| Sabugal e o Largo da Fonte |
Quando um executivo autárquico governa com maioria, a oposição tem de ser mais interventiva e mais atenta a toda a actividade do município.
E questionar as decisões do Município é dever de todos os membros da Assembleia Municipal.
Ora bem, no próximo dia 30 de Junho, vai realizar-se uma sessão Ordinária da Assembleia Municipal do Sabugal.
CASO 1
A Câmara Municipal do Sabugal vai
instalar em espaço público da cidade do Sabugal, no Largo da Fonte, uma
cafetaria.
Para tal, no passado dia 3 de Junho, foi
assinado um contrato de empreitada para
execução e instalação de um estabelecimento de cafetaria, pelo preço contratual
de 149.354,95 euros, valor que se acrescentará o respectivo IVA. Com um prazo
de execução de 60 dias.
CASO 2
No passado dia 23 de Junho, o Município
do Sabugal celebrou um contrato de prestação de serviços na área do turismo,
pelo preço contratual de 15.600,00 euros,
acrescido do Iva. Este contrato está tem um encargo plurianual repartido da
seguinte forma: 2026- 7.800,00 €; 2027- 7.800,00€; + IVA.
Esta adjudicação resultou de um ajuste
directo do Município do Sabugal com o cidadão Emanuel José Lopes Gouveia,
morador no concelho do Sabugal.
São dois contratos que dizem respeito à promoção do concelho e em que se
recorre ao dinheiro público. No meu entender, existe falta de transparência nos
contratos e
a Câmara Municipal deve clarificar os procedimentos que seguiu.
No Caso 1, desconhece-se o projecto, o local onde vai ser instalado; no caso 2,
falta saber da razão ou razões de não haver outros concorrentes.
Deixo aqui uma imagem com informação retirada do Portal Base:
não venha embrulhada como se fosse uma prenda de Natal!


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