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09/03/2026

ASSEMBLEIA GERAL DO LAR de Malcata

 



  Realizou-se, no sábado, sete de Março, uma reunião da Assembleia Geral da Associação de Solidariedade Social de Malcata (instituição que gere o Lar de idosos), com a seguinte ordem de trabalhos:
 - Leitura, discussão e aprovação da acta anterior.
 - Análise e votação do relatório de contas da gerência do ano de 2025.

 - Análise e votação do parecer do Conselho Fiscal.
 - Outros assuntos de interesse da Associação.
  Como se previa, o número de sócios presentes foram poucos.
  A acta anterior foi aprovada, bem como o relatório de contas do ano de 2025. A boa notícia é que os resultados alcançados foram melhores e mais positivos do que se previam, terminando o ano de 2025 com contas positivas e um “Cash FloW” de 118 602,81€.
  Foi lido e aprovado por unanimidade o Parecer do Conselho Fiscal sobre as contas do exercício de 2025.
  Chegados ao último ponto, um associado pronunciou-se sobre a necessidade de melhorar o apoio aos utentes relativamente à distribuição de água e pequenos passeios aos que desejassem, pois no seu entender o Lar deve prestar esse apoio mais vezes do que vem a fazer. Em resposta, o senhor Presidente Vítor Fernandes, esclareceu que estão estipuladas duas passagens dos auxiliares do Lar, uma de manhã e outra de tarde, para precisamente servir água aos utentes que desejarem. Houve um sócio que, a este propósito, sugeriu a instalação de uma campainha nas salas de convívio para facilitar a presença dos auxiliares sempre que fosse necessário, pois a ausência física das salas pode ser motivada por estarem a executar outras tarefas importantes e como é evidente, não estão disponíveis ou até podem nem ouvir a chamada que algum utente ou visita esteja a fazer.
  Seguiu-se a intervenção de mais um sócio que levantou o assunto do Voluntariado, pois foi anunciado pelo senhor presidente da ASSM, que o Voluntariado seria novamente reatado. Esclarecido os casos de algumas pessoas que se voluntariaram para ajudar no lar, ficou mais uma sugestão da elaboração de um Regulamento do Voluntariado, de forma que seja por todos conhecido e todos saber o que é possível fazer como voluntário.
  O senhor Presidente da Mesa da Assembleia perguntou se havia mais alguém que quisesse intervir. Eu, levantei o braço e pedi a palavra. Foi-me concedida a oportunidade de apresentar o assunto que me levou a estar presente nesta reunião da Assembleia Geral da Associação de Solidariedade Social de Malcata, instituição que gere a ERPI, ou seja o Lar.
  Dada a importância do assunto, refere-se ao processo de esclarecimento sobre o recebimento indevido de dinheiro, enviado pela Segurança Social para o Lar e de onde nunca saiu e nem sequer foi detectado pela actual presidência, pelo menos durante uns seis meses, vou necessitar de escrever outro texto para não ser maçador. É importante dar a conhecer aos associados e ao povo em geral o que se está a passar.
  Aguardem então por mais informações.

TRABALHOS FEITOS EM CIMA DO JOELHO

 

 


 






 Todos sabíamos o estado lastimoso em que se encontravam as placas toponímicas e as placas de sinalização/orientação do património e equipamento público existente na nossa freguesia.
 Estive três dias na aldeia e não posso deixar de aqui aflorar este assunto que já aqui abordei mais vezes, mas foi como se tivesse deitado milho aos pombos, infelizmente nada ligaram.
 O que gostaria de referir agora aos responsáveis da Junta de Freguesia de Malcata sobre as novas placas de sinalética, localização, orientação, indicação dos monumentos e equipamentos públicos que existem na freguesia, são estas observações e considerações:
 - Admitindo que havia placas em mau estado de conservação;
 - Admitindo que havia falta de informação de algum lugar, monumento, equipamento e que baralhava as pessoas;
 - Admitindo ainda que as novas placas serviriam para melhorar
a toponímia das novas ruas, das novas travessas e becos, ficando mais claro para o visitante, para o carteiro, para o motorista de entrega de encomendas saber onde entregar o “serviço” ao cliente.
 Independentemente de eu admitir o que escrevi, há questões que não posso deixar de fazer sobre este assunto das placas.


                         PLACAS TOPONÍMICAS:



 





- Porque colocaram nomes novos a Ruas, Travessas e Becos sem primeiro fazer uma consulta pública ao povo?
- Será que as placas vermelhas foram colocadas respeitando as regras aprovadas no Regulamento de Toponímia do Concelho do Sabugal?
- Porque foram afixadas placas antes do fim da rua ou nem sequer foi afixada no início?
- Porque não informam os moradores que a responsabilidade de efectuar as mudanças das moradas é da responsabilidade da Câmara Municipal?
                   


                  PLACAS SINALÉTICA/ORIENTAÇÃO


  




- Porque escolheram umas medidas tão desenquadradas da paisagem urbana, com medidas desmedidas?

- Porque só a Reserva Natural da Malcata tem cor castanha?
- Porque CALVÁRIO se confunde com um sítio, um lugar, para os lados de QUADRAZAIS?
 São muitas questões que espero merecerem uma resposta. O que me leva a escrever é ver que a autarquia tem responsabilidades nestas duas intervenções que foram levadas a cabo com a sua autorização e aprovação. Está na hora de pedir aos responsáveis que justifiquem publicamente estes dois tristes casos das placas que devem servir e não ser motivo de chacota ou de razão para quem nos visita observar a leviandade e desinteresse, a falta de olhar para a própria freguesia sempre a desejar melhorar e respeitar o meio rural.
 





06/03/2026

O TALEFE DA RASA EM MALCATA

    

Talefe da Rasa (Malcata)

 Talefe, pinoco, é um marco geodésico para indicar uma localização cartográfica exacta e que em conjunto com outros forma parte de uma rede cartográfica.
 É um pequeno monumento em cimento e no seu topo tem gravado a latitude, longitude e altitude do local onde se encontra.
  Este é o talefe da Rasa, na freguesia de Malcata e marca o ponto mais elevado em Malcata.
 Hoje fui até ao talefe, infelizmente não consegui aproximar-me e subir até ao topo. O terreno onde se situa o talefe está vedado e o portão fechado. Contentei-me com a observação de longe e as imagens.

02/03/2026

PRAÇA DO ROSSIO EM MALCATA

Malcata - Praça do Rossio

 


 Por esta praça passaram e passam alguns dos eventos mais importantes da nossa freguesia. É o lugar central, o melhor largo para diversas actividades, encontros, festas, feiras, bailes ao ar livre e festas populares.
  Adorava ver esta praça sem automóveis estacionados, ou então num estacionamento ordenado. Já o piso merecia ser mais macio, mais limpo e adornado com flores de todas as cores, em vez de caixotes metálicos para o lixo e um Rossio ocupado. Que grande benefício traria à nossa gente a transformação deste espaço mais bem arranjado!



Torre do relógio na Praça do Rossio

01/03/2026

PRECISAMOS DE NOS OUVIR

 


 Em Malcata, há necessidade de uma mudança de paradigma, como precisamos de “pão para a boca”.  Se quisermos ultrapassar as dificuldades do presente, tem de se ultrapassar as barreiras que existem à frente do caminho. Precisamos de coragem e ousadia, de criar e acreditar que o desenvolvimento da comunidade é possível e deve envolver e comprometer toda a povoação e cada pessoa em particular. Neste momento, o rebanho é uma das soluções para Malcata sair da imobilidade e do anonimato. Há que fazer entender que este projecto das cabras sapadores tem capacidade para criar postos de trabalho para além dos pastores. As cabras devem servir de motivo de união e de desejo em fortalecer a economia local e regional, garantir trabalho a um pequeno grupo de pessoas de Malcata. Há uma urgente necessidade de martelar as nossas cabeças e as nossas consciências de que somos um povo unido e que estamos todos no mesmo barco. Há muito que se esperava o rebanho, o queijo, o cabrito e o leite. Agora é tempo de desassossego e de passar à acção. É tempo de questionar, pensar e comprometer-se com o que garanta o futuro da comunidade, apostando numa organização que assente no respeito e na transparência, que retribua e ofereça as oportunidades de trabalho e rendimentos justos. Combater a opacidade e abrir o projecto das cabras a todos os malcatenhos deve ser um compromisso cívico em nome do bem de todos.
 Precisamos de coragem, ousadia e de acreditar que Malcata se pode desenvolver e tornar-se numa terra amada.