5/21/2007

CURSO PROFISSIONAL

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União EuropeiaFundo Social Europeu

“Descobrir e traçar novas rotas”

1. Uma Oportunidade de Desenvolvimento e Emprego:
Os territórios das AIBT do interior da Região Centro possuem potencialidades inegáveis em paisagem, ambiente natural e humano, património cultural, bem como em produtos agrários e gastronomia de qualidade. Existe a nível nacional e internacional, muito em especial no âmbito ibérico, um mercado crescente para estes produtos turísticos, de lazer, agro-alimentares e gastronómicos.
No entanto, a maior parte destes territórios encontra-se num impasse que ameaça o seu futuro e impede a fixação dos seus jovens, o qual em grande parte resulta do facto de não se tirar partido das potencialidades atrás referidas, nomeadamente no que se refere ao desenvolvimento de modalidades de turismo para as quais estão vocacionados, procedendo previamente à conservação do património natural e cultural e à produção agrária.
Estes recursos endógenos estão actualmente potencializados com a rede de infra-estruturas e de equipamentos construídos com o apoio dos fundos estruturais da U.E., o que aumentou a qualidade de vida e as acessibilidades destes territórios. Além disso, projectos do LEADER e do POR Centro, como o das aldeias históricas e das aldeias de xisto, têm contribuído para a reabilitação e valorização de algum património importante e para a emergência de alguma restauração e alojamento turístico de qualidade, embora ainda insuficiente.
Mas falta a valorização da paisagem, dos produtos agro-alimentares, da gastronomia e do artesanato, a conservação e valorização de outros patrimónios importantes. Falta ainda a estruturação de um sistema turístico – explorando novos conceitos e produtos turísticos, que designamos por turismo ambiental e que integra o turismo de natureza e o turismo cultural – e a exploração de novos segmentos de mercado, em especial o espanhol, incluindo o dos turistas que procuram a Espanha, um dos mais importantes destinos turísticos mundiais. É também necessário demonstrar que os destinos turísticos em Portugal não são apenas Lisboa, o Algarve e a Madeira, ultrapassando-se, para a Região Centro, o conceito de um turismo de passagem.
A estruturação deste sistema turístico para a Região tem de incluir a animação turística, a concepção e exploração de Circuitos e Rotas e, por fim, a promoção, constituindo cadeias integradas de valor que façam destes territórios verdadeiros destinos turísticos de qualidade e não apenas pontos de passagem de excursionismo.
Falta enfim um planeamento estratégico integrado para toda a região, embora já constitua o instrumento de base eleito para cada uma das Acções Integradas de Base Territorial.

Ler mais...pode ser o "euromilhões" para quem queira aproveitar esta oportunidade.
Pessoas com vontade de desenvolver e transformar as suas vidas...

AS CORES E PERFUMES DO CAMPO


Posted by Picasa Caminhar pelos campos é uma actividade simples, natural, segura, acessível e saudável.
A caminhada é benéfica para a maioria das pessoas e a satisfação pessoal que esta actividade proporciona é uma das principaos vantagens.
Caminhar pelo campo como forma de lazer, ou mesmo como exercício diário, cria no praticante um sentimento de bem-estar geral e combate o stress.
Contudo, as caminhadas para quem não está habituado, deve seguir alguns conselhos:
-Caminhar sempre que tiver vontade
-Alternar os percursos e ritmos da caminhada
-Usar roupa adequada e confortável

AS CAMINHADAS PELO CAMPO CURAM

Passeios no campo combatem depressão e aumentam auto-estima

As caminhadas no campo ajudam a diminuir a depressão e a aumentar a auto-estima, ao contrário do que acontece quando os passeios a pé se limitam aos centros comerciais, revelou um estudo britânico, intitulado “Ecoterapia: Agenda verde para a saúde mental”, ontem divulgado.
Investigadores da Universidade de Essex (Inglaterra) compararam, em 20 pessoas com depressão, os efeitos de passeios a pé de 30 minutos num parque e de caminhadas de igual duração num centro comercial da cidade. Depois dos passeios a pé na natureza, o nível de depressão de 71% dos participantes baixou e a auto-estima aumentou em 90%. Em contraste, entre os que caminharam num centro comercial, só 45% mostraram uma diminuição do nível da depressão e 22% um aumento. Além disso, 50% destas pessoas ficaram mais tensas e 44% perderam auto-estima.
Segundo a Mind, uma associação de caridade britânica especializada em problemas de saúde mental, os resultados do estudo provam que a ecoterapia deve ser considerada “uma opção de tratamento adequada”.