07/09/2018

PERDÃO


 


   Humildemente, peço perdão ao Tarcísio e esposa e restantes familiares que tenha magoado e ofendido com a maneira que escrevi sobre a obra da rampa na Rua de Baixo, em Malcata, com a insinuação absurda que fiz no meu blog “Malcata.net”, posteriormente, partilhada na minha página que administro na rede social “Facebook”, que tem o mesmo título do meu blog.
  Tratou-se de uma teoria infundada e assumo toda a responsabilidade pelo que escrevi. Estou sinceramente arrependido por ter magoado alguns familiares do Tarcísio, que se sentiram incomodados, dando-me conhecimento através dos comentários que fizeram às minhas palavras.
  No futuro, comprometo-me a ver realmente os factos, recolher mais informação e pensar melhor antes de tornar público esses factos.
  Sou malcatenho da cabeça aos pés e, este apego inexplicável a Malcata, leva-me a cometer alguns erros com os quais vou aprendendo.
   Espero que me perdoem.
   João ( José Nunes Martins)


25/08/2018

MALCATA: VIVER FELIZ


  “A vida é feita de pequenos nadas”, escreveu um dia Miguel Torga.
  De coisas simples e banais se constrói a felicidade. Admirar o voar das borboletas, que tantas vezes poisam como levantam voo; sentarmo-nos num dos bancos do jardim da Sra. dos Caminhos e sentir o agradável aroma da flor de tília a entrar pelas narinas e a deixar invadir todo o nosso corpo suado e cansado; olhar para o sol a esconder-se por trás dos montes, enquanto se toma um café quente e saboroso, sentados na esplanada do bar da Zona de Lazer e admirar os mais jovens em banhos na piscina.
  A felicidade está tão perto de nós que não damos pela sua presença. A felicidade mora num sorriso, numa palavra, num gesto amável, num simples olhar.
                                                                        Josnumar
                                                                    (José Nunes Martins)





24/08/2018

AS RUAS DE MALCATA

Rua da Ladeirinha


  Uma das respostas ao despovoamento da aldeia passa pela requalificação de ruas e casas antigas. Ruas, praças, bêcos e casas que fizeram que a esta aldeia de Malcata, esteja ligada a identidade de todos os malcatenhos.
  Muitos malcatenhos, principalmente os que optaram por sair desta bela terra em busca de uma vida melhor, não esqueceram as suas origens. A aldeia até pode ter-se despovoado, mas temos de reconhecer que foi com a ajuda dos que saíram (que foram bastantes) que a aldeia cresceu e isso vê-se, quer pela quantidade de casas novas que construíram, quer pela preservação e recuperação de casas antigas. E sobre as ruas de Malcata, temos todos coisas que contar, mas é ali na Rua da Ladeirinha que se encontra o maior número de casas construídas em pedra de xisto, preciosidades que urge recuperar.

   E as pequenas casas da Rua do Meio, verdadeiros símbolos dos modelos de habitações que naqueles tempos se usavam, casas baixas e rasteiras, que nos deixam a pensar como naquele espaço moravam uma família.
   
Estas casas ainda são o testemunho daquela geração de pessoas que está a desaparecer. Há necessidade de fazer alguma coisa para preservar a identidade e a história de Malcata.
  Votos de um bom fim de semana.
José Nunes Martins