28 março 2012

TRACTOR TAMBÉM DÁ COICES

    
   Na aldeia de Malcata os tractores cada vez são mais. De há uns tempos para cá, quando vou pelas ruas da nossa terra, raro é o dia que não veja um homem de tractor a ir ou a vir dos trabalhos agrícolas. As juntas de vacas foram literalmente banidas, mesmo as vacas leiteiras acabaram de vez.
   Diariamente leio nos jornais notícias de tractoristas que são vítimas de um acidente de trabalho enquanto desenvolvem as tarefas no campo. As consequências são geralmente muito graves e o risco de morte é superior aos daqueles que conduzem automóveis ligeiros e pesados. E as razões são várias: idade avançada,  descuido, falta de formação, abuso de bebidas alcoólicas e principalmente porque conduzem o tractor sem o uso adequado do chamado "arco de Santo António".
 Ti Libânio, sempre com condução segura e
com o "arco" activo


         Na época das vacas, os agricultores tinham que se preocupar com os coices e os rabos dos animais. E quando carregavam os carros de vacas também tomavam medidas de segurança para que não fossem vítimas de algum infortúnio que por descuido ou decisão incontrolada e inesperada do gado, tivesse consequências trágicas. Apesar desses cuidados todos, houve alguns acidentes que ninguém contava que acontecessem. Há que corrigir estes descuidos:
   




 Segundo as estatísticas morrem muitas pessoas a andar de tractor. Daí ter sido a segunda campanha a sair para a rua. Parece que os tractoristas nāo ligam muito às normas de segurança. Se tivessem este arco de Santo António "obrigatório" como está neste desenho, muito boa gente não morria.

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